Filtrar


Questões por página:
Durante a Primeira Guerra Mundial, apesar de inicialmente haver mantido a neutralidade, o Brasil acabou por reconhecer e proclamar o estado de guerra contra o Império alemão em 26 de outubro de 1917, após haver sofrido uma série de ataques realizados contra navios brasileiros. Dentre os atos de hostilidade abaixo, qual NÃO foi empregado contra o Brasil durante aquele conflito? 
No livro “Atlântico: a história de um oceano”, no capítulo intitulado “Um oceano de revoluções. História & historiografia do Atlântico e de suas revoluções nos séculos XVII e XVII, o historiador Francisco Carlos Teixeira da Silva afirma que o território brasileiro está conectado ao oceano Atlântico desde os primórdios da Colônia por meio das Grandes Navegações e do tráfico transatlântico de escravizados e, depois, nos tempos do Brasil independente, por meio das exportações de produtos agrícolas, como o café. A ideia de um espaço-tempo Atlântico envolvendo as Américas, a Europa e a África é marcado por alguns contextos históricos relevantes. Nesse sentido, assinale a opção INCORRETA. 
Em sua obra clássica, Carlo Ginzburg (2006) discorre sobre o julgamento do moleiro Domenico Scandella, conhecido como Menóchio, em um tribunai da Santa Inquisição. O livro é considerado um manual de microhistória no qual, a partir do depoimento do moleiro ao tribunal, o autor identifica uma dualidade a partir da compreensão do que é cultura popular e cultura erudita.

"Não, senhor, mas sobre isso eu li no Fioretto della Bibbia, mas as outras coisas que eu disse sobre o caos eu tirei da minha própria cabeça."
(GINZBURG, Carlo. O queijo e os vermes: o cotidiano e as ideias de um moleiro perseguido pela inquisição. Tradução de Maria Betânia Amoroso e José Paulo Paes. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.). p. 89.

A partir do trecho do depoimento de Menochio destacado acima, assinale a opção que apresenta a dualidade sugerida pelo autor. 
Analise o trecho abaixo.

"Durante a Idade Média já se realizavam viagens costeiras entre o mar Mediterrâneo e o norte da Europa, com fins comerciais. A Guerra dos Cem Anos ativou particularmente esse comércio maritimo, em face da conflagração nos territórios continentais. A Inglaterra, sempre notavel pela maneira de resolver seus problemas, apresentou um sistema interessante para o emprego dos navios. Havia um acordo entre o rei e os armadores, pelo qual estes cediam seus navios ao govemo em caso de necessidade, para que servissem como navios de guerra. Para isso, os navios mercantes sofriam uma pequena alteração”.
(ALBUQUERQUE, Antonio Luiz Porto e; SILVA, Léo F. e. Fatos da Historia Naval. 2. ed. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 2008, p. 41).

Sobre a guerra naval na ldade Média, em conformidade com as ideias contidas no livro “Fatos da Historia Naval’, de Antonio Luiz Porto e Albuquerque e Léo Fonseca e Silva, assinale a opção INCORRETA. 
Sobre a guerra naval na Antiguidade, leia o trecho abaixo. “Mais tarde, porém, o combatente do mar foi se distinguindo do combatente de terra, e o ateniense Formion será o primeiro “general do mar’, ou seja, o primeiro almirante”.
(ALBUQUERQUE, Antonio Luiz Portoe ; SILVA, Léo F. e. Fatos da História Naval. 2. ed. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 2008, p. 23).

Todavia, a arma principal do navio de guerra não era o soldade que ia a bordo, mas uma protuberância colocada na proa do navio à linha d'água chamada de: