Filtrar


Questões por página:
Em 1982, a Argentina declarou guerra ao Reino Unido pela posse do arquipélago das Malvinas (Falklands, em inglês). No livro “Guerra no mar: batalhas e campanhas navais que mudaram a história’, no capítulo intitulado “Conflito no Atlântico Sul: a luta pela posse do arquipélago das Falklands/Malvinas’, Armando Amorim Ferreira Vidigal mostra que as distâncias favoreciam a força invasora, porém o Reino Unido conseguiu vencer a guerra por uma série de circunstâncias. Desse modo, assinale a opção que apresenta corretamente a principal razão para vitória britânica e a derrota argentina. 
Em 29 de junho de 1944, as tropas de ocupação alemãs executaram 115 civis, todos homens, na cidade de Civitella Val di Chiana, na Toscana, ltália. Na vizinha La Comia, foram assassinadas 58 pessoas, incluindo mulheres e crianças; 39 pessoas foram assassinadas no vilarejo de San Pancrazio. Assassinatos atribuídos ao movimento de Resistência pela morte de três soldados alemães em Civitella em 18 de junho de 1944. Episódio que ficou marcado na história da cidade e do povo de Civitelia por compartilhtar “uma “memória dividida” sobre os acontecimentos. Para Alessandro Portelli (2006), “Essas duas memórias - a das instituições e celebrações inspiradas na resistência e a da comunidade - entraram em choque muitas vezes no passado [...] [...] uma vez que a população local entendia as celebrações oficiais em nome da Resistência como uma violação de suas memórias e perdas.”

Com base na obra de Legoff (2003), sobre memória e história, assinale abaixo a opção que explica o fenômeno envolvendo as instituições e a comunidade na cidade de Civitella. 
Segundo o historiador Francisco Eduardo Aves de Aimeida, no livro “Atlântico: a história de um oceano”, em seu artigo intitulado "A Grande Guerra e o Atlântico”, a Primeira Guerra Mundial não envolveu apenas as nações da Europa, países de outros continentes, como o Canadá, a Austrália, a Nova Zelândia, participaram ativamente do conflito. Na América do Sul, o Brasil enviou uma força naval para a guerra. Sobre a participação brasileira em âmbito político, econômico e militar na Grande Guerra, assinale a opção correta. 
Analise o trecho abaixo.

“Os gregos conferiam a esse ponto extremo o nome de Colunas de Hércules, em memória às aventuras mitológicas do seu conhecido herói, o qual, num dos seus 12 trabalhos super-humanos, teria aberto à força o contato entre o Atlântico e o Mediterrâneo empurrando as montanhas para que pudesse passar. Aquém desse ponto era o mundo conhecido; para além dele, raras as informações nutriam histórias fantásticas e temores atávicos." (NETO, José Maria. G. S.; Para além das colunas de Hércules: o Atlântico na Antiguidade. In. Teixeira da Silva, F. C. ; Leão, K. S. S.; & Alves de Almeida, F. E. Atlântico: a história de um oceano. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2013. p. 24.)

Essa imagem do Atlântico como um misto de temor e pânico, mas também, fascínio e maravilhoso que flertava com o absurdo e o irreal tem uma longa história nas narrativas do Ocidente. O seu nascimento está conectado a uma série de questões e contextos desenvolvidos pelas civilizações da Antiguidade clássica, em particular, a grega. Nesse sentido, assinale corretamente a opção que apresenta corretamente a tese defendida pelo autor em seu texto. 
Analise o trecho abaixo.

Sobre a construção de um modelo explicativo, Virginia Fontes sugere que, para "construir um modelo supõe uma generalização prévia (formulação clara de hipótese ou problema, condição para sua própria elaboração) e, num segundo momento, o de sua aplicação, ele deve permitir um explicação abrangente de um fenômeno ou grupo de fenômeno."
(FONTES, Virgínia. História e modelos. In: CARDOSO Ciro F.; VAINFAS, Ronaldo (orgs.). Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5º ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997. p. 356).

Com base na autora, assinale a opção que apresenta a definição de um modelo.