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Trecho I

“No século XVIII, filósofos iluministas e enciclopedistas se levantaram através de escritos contra as ideias da época, principalmente contra o absolutismo. O Estado, tão presente durante o Mercantilismo, deveria se afastar. Sua função seria: defender a propriedade privada e vigiar o cumprimento de contratos. A natureza seria o melhor guia do homem. Alguns deles defendiam, entre outras coisas, que Deus (a Providência) dispôs as coisas de tal forma que, se as pessoas forem deixadas livres para alcançar seus sonhos, eles vão naturalmente agir favorecendo o melhor para a sociedade. Independente de terem ou não a intenção, as pessoas ajudam umas às outras, no intuito de auxiliar a si mesmas. Segundo esse pensamento, até mesmo os mais gananciosos levam, frequentemente, aos mais favoráveis resultados para todos. Considera-se este o trabalho da ‘mão invisível’ da Providência.”

(Disponível em: http://www.portaleducacao.com.br/administracao/artigos/37072/adam-smith.)


Trecho II

“Esse processo remonta a dois momentos diversos: 1) à virada do século XIX para o século XX e 2) ao período dos anos 1980 e 1990. Nele acentuam duas grandes exigências gerais e complementares: privatizar empresas estatais e serviços públicos, por um lado; por outro, ‘desregulamentar’, ou antes, criar novas regulamentações, um novo quadro legal que diminua a interferência dos poderes públicos sobre os empreendimentos privados. O Estado deveria transferir ao setor privado as atividades produtivas em que indevidamente se metera e deixar a cargo da disciplina do mercado as atividades regulatórias que em vão tentara estabelecer.”

(Disponível em: https://reginaldomoraes.files.wordpress.com/2016/01.)


Os trechos anteriormente citados tematizam dois processos econômicos distintos, mas ao mesmo tempo complementares. Referem-se respectivamente:

Imagem associada para resolução da questão


O conhecimento humano é uma das principais ferramentas que o homem utiliza para a obtenção de meios para sua sobrevivência e interação com o seus semelhantes. Tendo em vista a gravura e a importância do conhecimento humano na construção da história e da historiografia, assinale a afirmativa correta.

“O massacre de Eldorado dos Carajás completa 20 anos. Em 1996, 19 sem-terra foram mortos pela polícia militar do Pará e muitos outros foram mutilados. E até hojeo Pará é palco da maior parte dos conflitos de terra do Brasil.”
(Disponível em: http://www.mst.org.br/2015/04/17/carajas
-19-anos-de-impunidade.html.)

A crise de terras é uma constante na história do Brasil. Sobre a Reforma Agrária em nosso país, é correto afirmar que:
O termo primavera vem do latim, com a união das palavras primo evere, que significam “antes do verão”. É uma época de extrema beleza, cheia de flores coloridas e perfumadas, que marcam o início da reprodução de muitos vegetais. Em história, em mais de uma ocasião, o termo primavera ganhou uma conotação política e social, relacionada à mudança. Tendo em vista o contexto dessas “primaveras históricas”, analise as afirmativas a seguir.

I.É o nome dado à onda de protestos, revoltas e revoluções populares contra governos que eclodiu em 2011.
II.
Movimentos revolucionários de cunho nacionalista e popular que eclodiram em diversos pontos da Europa por volta de 1840.
III.
Tentativa de criar na Tchecoslováquia um projeto de renovação do socialismo: o socialismo humanista.

A alternativa que traz
os nomes desses movimentos, na ordem crescente, é:
“O século XIX foi marcado pela forte cientificação da história. Para esses historiadores a verdade estava implícita nos fatos empíricos, ou seja, naquilo que podia ser visto e era real.O historicismo se preocupava principalmente com a história dos eventos políticos e das guerras. A história dos ‘heróis’ e de grandes personalidades foi uma marca desse período. A metodologia foi uma grande contribuição desse período, pois ela permitiu aos historiadores a capacidade de refletir sobre a veracidade dos documentos.”
(JUZWIAK, Victor; LEITE, Marcos Flávio. Relação entre Ensino de História e Historiografia: algumas reflexões. Revista Virtual P@rtes.)

Para os historiadores desse período (século XIX), o documento histórico