Questões de Concurso
Filtrar
4.226 Questões de concurso encontradas
Página 16 de 846
Questões por página:
Questões por página:
Por exemplo, num quadro como O Grito do Ipiranga, de
Pedro Américo, o observador parece ter acesso imediato
à cena histórica da proclamação da Independência por
D. Pedro I e sua comitiva e, muitas vezes, se esquece
de pensar sobre as convenções e linguagens da “pintura histórica”, gênero específico que floresceu no século
XIX e que possuía regras próprias de composição, para
além da representação “verdadeira” dos fatos históricos
retratados.
(Marcos Napolitano. “Fontes audiovisuais – A História depois do papel”. Em: Carla B. Pinsky (Org.). Fontes Históricas)
No fragmento, o historiador Marcos Napolitano exemplifica
(Marcos Napolitano. “Fontes audiovisuais – A História depois do papel”. Em: Carla B. Pinsky (Org.). Fontes Históricas)
No fragmento, o historiador Marcos Napolitano exemplifica
Onde não há nada ou quase nada escrito, as tradições
orais devem suportar o peso da reconstrução histórica.
Elas não farão isso como se fossem fontes escritas. [...]
As limitações da tradição oral devem ser amplamente
avaliadas, de modo que ela não se transforme em um desapontamento, quando, após longos períodos de pesquisa, resultar uma reconstrução ainda não muito detalhada.
O que se reconstrói a partir de fontes orais pode bem
ter um baixo grau de confiabilidade, na medida em que
não existem fontes independentes para uma verificação
cruzada.
(Jan Vansina. Apud G. Prins. “História Oral”. Em: Peter Burke (Org.). A escrita da História: novas perspectivas)
No excerto, Jan Vasina analisa
(Jan Vansina. Apud G. Prins. “História Oral”. Em: Peter Burke (Org.). A escrita da História: novas perspectivas)
No excerto, Jan Vasina analisa
Em 1949, durante o contexto da Guerra Fria, foi criada
uma aliança militar que reunia países capitalistas liderados pelos Estados Unidos, com o objetivo de garantir
defesa mútua contra possíveis ataques do bloco socialista. Após o fim da Guerra Fria, essa aliança passou por
reestruturações e ampliou sua área de atuação, incluindo
intervenções em diferentes partes do mundo.
O texto faz referência
O texto faz referência
Leia o texto a seguir:
No dia 1o de setembro de 1939, as Forças Armadas da Alemanha nazista cruzaram a fronteira polonesa sob as ordens de Hitler. Essa agressão sem declaração de guerra marcou o início da Segunda Guerra Mundial. Hitler justificou a invasão como Guerra Defensiva, acusando os poloneses de terem iniciado o conflito contra os alemães. Na verdade, o exército alemão usou de estratagemas para acusar os poloneses de terem iniciado o ataque à Alemanha.
(Joelza Ester Domingues, “Início da Segunda Guerra Mundial”, Ensinar História. Disponível em: https://ensinarhistoria.com.br/ linha-do-tempo/inicio-da-segunda-guerra-mundial-2/. Adaptado)
O expansionismo alemão apresentado no trecho está relacionado
No dia 1o de setembro de 1939, as Forças Armadas da Alemanha nazista cruzaram a fronteira polonesa sob as ordens de Hitler. Essa agressão sem declaração de guerra marcou o início da Segunda Guerra Mundial. Hitler justificou a invasão como Guerra Defensiva, acusando os poloneses de terem iniciado o conflito contra os alemães. Na verdade, o exército alemão usou de estratagemas para acusar os poloneses de terem iniciado o ataque à Alemanha.
(Joelza Ester Domingues, “Início da Segunda Guerra Mundial”, Ensinar História. Disponível em: https://ensinarhistoria.com.br/ linha-do-tempo/inicio-da-segunda-guerra-mundial-2/. Adaptado)
O expansionismo alemão apresentado no trecho está relacionado
Leia o texto a seguir:
Quando falamos da Primeira Guerra Mundial, falamos muito sobre as batalhas, os novos armamentos, as estratégias militares, as origens e os desdobramentos do conflito. Isso tudo é muito importante. Mas precisamos falar mais da vida cotidiana, da história social, explorar a vida e os sentimentos dos soldados que participaram dos combates. Eles têm muito a dizer, e a partir dessas falas podemos compreender melhor as nuances da Grande Guerra. Mais do que um sistema de posição e fortificação, as trincheiras eram um ecossistema cultural, extremamente dinâmico e complexo.
(Bruno Leal, em “A vida cotidiana nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial”, Boletim Café História. Disponível em: https://cafehistoria.substack.com/p/ a-vida-cotidiana-nas-trincheiras. Adaptado)
Em relação às trincheiras na Primeira Guerra Mundial, é correto afirmar que
Quando falamos da Primeira Guerra Mundial, falamos muito sobre as batalhas, os novos armamentos, as estratégias militares, as origens e os desdobramentos do conflito. Isso tudo é muito importante. Mas precisamos falar mais da vida cotidiana, da história social, explorar a vida e os sentimentos dos soldados que participaram dos combates. Eles têm muito a dizer, e a partir dessas falas podemos compreender melhor as nuances da Grande Guerra. Mais do que um sistema de posição e fortificação, as trincheiras eram um ecossistema cultural, extremamente dinâmico e complexo.
(Bruno Leal, em “A vida cotidiana nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial”, Boletim Café História. Disponível em: https://cafehistoria.substack.com/p/ a-vida-cotidiana-nas-trincheiras. Adaptado)
Em relação às trincheiras na Primeira Guerra Mundial, é correto afirmar que