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Sempre que se evoca o tema do Renascimento, a imagem que imediatamente nos vem à mente é a dos grandes artistas plásticos e de suas obras mais famosas, amplamente reproduzidas e difundidas até nossos dias. Isso
nos coloca a questão: por que razão o Renascimento
implica esse destaque tão grande dado às artes visuais?
(Nicolau Sevcenko. O Renascimento. Adaptado)
Para responder à pergunta pontuada no excerto, uma das razões apontadas pelo autor consiste no fato de que
(Nicolau Sevcenko. O Renascimento. Adaptado)
Para responder à pergunta pontuada no excerto, uma das razões apontadas pelo autor consiste no fato de que
As mudanças nas formas da exploração feudal que
sobrevieram ao fim da época medieval estiveram, é claro, muito longe de serem insignificantes. De fato, foram
precisamente essas mudanças que alteraram as formas
do Estado. Em essência, o absolutismo era apenas isto: um aparato de dominação feudal reimplantado e reforçado, concebido para reprimir as massas camponesas
de volta a sua posição social tradicional [...].
(Perry Anderson. Linhagens do Estado absolutista. Grifos do autor)
Considerando o contexto abordado pelo fragmento, de acordo com o historiador Perry Anderson, o Estado absolutista
(Perry Anderson. Linhagens do Estado absolutista. Grifos do autor)
Considerando o contexto abordado pelo fragmento, de acordo com o historiador Perry Anderson, o Estado absolutista
De um lado, a cultura erudita, de elite, cultura letrada que,
pelo menos até o século XIII, foi eclesiástica do ponto de
vista social e latina do ponto de vista linguístico. Conscientemente elaborada, era formalmente transmitida. Por
isso, tendia a ser conservadora, a se fundamentar em
autoridades.
De outro lado, estava a cultura que já foi chamada de popular, laica ou folclórica, e que preferimos denominar “vulgar”, pois para os medievais esta palavra rotulava sem ambiguidade tudo que não fosse clerical.
Esses dois polos culturais opostos em tantos aspectos não eram impermeáveis um ao outro.
(Hilário Franco Júnior. Idade Média - Nascimento do Ocidente. Adaptado)
Uma das razões pelas quais o autor considera que não havia a mencionada impermeabilidade encontra-se no fato de que
De outro lado, estava a cultura que já foi chamada de popular, laica ou folclórica, e que preferimos denominar “vulgar”, pois para os medievais esta palavra rotulava sem ambiguidade tudo que não fosse clerical.
Esses dois polos culturais opostos em tantos aspectos não eram impermeáveis um ao outro.
(Hilário Franco Júnior. Idade Média - Nascimento do Ocidente. Adaptado)
Uma das razões pelas quais o autor considera que não havia a mencionada impermeabilidade encontra-se no fato de que
A partir da década de 1980, as Ciências Humanas sofreram uma grande reviravolta, que é denominada, de modo
habitual, como a viragem cultural. Os estudos sobre economia e sociedade foram colocados em um segundo plano, e todos os fatos sociais passaram a ser interpretados
por uma ótica cultural e simbólica. Todas as afirmações
da razão foram colocadas em suspenso e contestadas.
Esse movimento foi o início do que chamamos, hoje em
dia, de pós-modernismo.
Essa mudança teve efeitos profundos na História Antiga,
que se tornou, ela também, uma História Cultural.
(Norberto L. Guarinello. História Antiga. Adaptado)
De acordo com o autor, um desses efeitos reside no fato de que
(Norberto L. Guarinello. História Antiga. Adaptado)
De acordo com o autor, um desses efeitos reside no fato de que
Por exemplo, num quadro como O Grito do Ipiranga, de
Pedro Américo, o observador parece ter acesso imediato
à cena histórica da proclamação da Independência por
D. Pedro I e sua comitiva e, muitas vezes, se esquece
de pensar sobre as convenções e linguagens da “pintura histórica”, gênero específico que floresceu no século
XIX e que possuía regras próprias de composição, para
além da representação “verdadeira” dos fatos históricos
retratados.
(Marcos Napolitano. “Fontes audiovisuais – A História depois do papel”. Em: Carla B. Pinsky (Org.). Fontes Históricas)
No fragmento, o historiador Marcos Napolitano exemplifica
(Marcos Napolitano. “Fontes audiovisuais – A História depois do papel”. Em: Carla B. Pinsky (Org.). Fontes Históricas)
No fragmento, o historiador Marcos Napolitano exemplifica