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Considerando a obra de Eric Hobsbawm, Era dos extremos, os fatos que inauguram e encerram este período, segundo o autor, são, respectivamente, a 
Leia o texto a seguir:

    Após a Segunda Guerra, além das perdas materiais, as potências coloniais europeias tiveram enorme dificuldade para manter seus impérios. Por quê?
(Enrique Serra Padrós, “Capitalismo, prosperidade e estado de bem-estar- -social”. Em: Daniel Aarão Reis Filho, Jorge Ferreira e Celeste Zenha. O século XX, o tempo das crises: revoluções, fascismos e guerras, 2005. Adaptado)

A manutenção dos impérios coloniais, segundo Padrós, foi dificultada
Leia o texto a seguir:

    Antiliberalismo, antimarxista, organicismo social, liderança carismática e negação da diferença marcam, a nosso ver, a possibilidade de identificação do fascismo enquanto regime ou forma dominação específica. Neste sentido, insistimos em diferenciar o fascismo das diversas vertentes políticas possíveis existentes no interior da direita.
(Francisco Carlos Teixeira da Silva, “Os fascismos”. Em: Daniel Aarão Reis Filho, Jorge Ferreira e Celeste Zenha. O século XX, o tempo das crises: revoluções, fascismos e guerras, 2005. Adaptado)

Para Teixeira da Silva, o fascismo se distingue de outras vertentes políticas por
Leia o texto a seguir:

    Com o crack da Bolsa de Nova York, a crise generalizou-se, provocando um cataclisma em todo o mundo devido à interdependência entre a economia americana e numerosos países do mundo capitalista, especialmente aqueles que receberam empréstimos dos Estados Unidos. As repercussões da crise dentro dos Estados Unidos foram de tal intensidade que exigiram profundas mudanças na sua política econômica.
(José Jobson de Andrade Arruda, “A crise do capitalismo liberal”. Em: Daniel Aarão Reis Filho, Jorge Ferreira e Celeste Zenha, O século XX, o tempo das crises: revoluções, fascismos e guerras, 2005. Adaptado)

As profundas mudanças concretizaram-se, segundo o artigo citado, com
Leia o texto a seguir:

     Para os metódicos (Gabriel Monod, Charles Seignobos, Charles Langlois e outros), grupo que marcou o nascimento da História acadêmica e consagrou a divisão quadripartite da História da Civilização, quanto mais próxima do presente a pesquisa histórica se pautasse, tanto mais sujeita a erros e distorções por parte do historiador.
(Marcos Napolitano, “Pensando a estranha História sem fim”. Em: Leandro Karnal, História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, 2015.)

Nesse sentido, segundo Marcos Napolitano, os historiadores metódicos entendiam que