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A África foi vítima do maior holocausto que o mundo
já conheceu, desdobrado em dois momentos: o tráfico
escravista árabe dos séculos VIII e IX e o mercantilismo
europeu dos séculos XV a XIX.
(Elisa Larkin Nascimento, Sankofa: significado e intenções. Em: Elisa Larkin Nascimento (org.). A matriz africana no mundo)
Para Elisa Nascimento, o holocausto europeu na África
(Elisa Larkin Nascimento, Sankofa: significado e intenções. Em: Elisa Larkin Nascimento (org.). A matriz africana no mundo)
Para Elisa Nascimento, o holocausto europeu na África
Para que os objetivos da colonização portuguesa em
Angola fossem alcançados na íntegra, seria necessário
exercer também o domínio cultural. Assim, entre outros
documentos, foi instituído o “atestado de assimilação”,
por meio do qual se daria ao nativo o estatuto de cidadão
português.
(Ismael Diogo da Silva, Angola ontem e hoje. Em: Elisa Larkin Nascimento (org.). A matriz africana no mundo. Adaptado)
Segundo o artigo citado, para o nativo de Angola, o “atestado de assimilação” significava
(Ismael Diogo da Silva, Angola ontem e hoje. Em: Elisa Larkin Nascimento (org.). A matriz africana no mundo. Adaptado)
Segundo o artigo citado, para o nativo de Angola, o “atestado de assimilação” significava
O saber histórico na sala de aula tem se caracterizado
por um duplo movimento. De um lado, tenta-se compreender aspectos do presente por meio do passado. De
outro, busca-se reelaborar a história a partir de novos
questionamentos.
(Currículo Paulista)
Segundo o Currículo Paulista, tal perspectiva do saber histórico
(Currículo Paulista)
Segundo o Currículo Paulista, tal perspectiva do saber histórico
No artigo “Cultura escolar como objeto histórico”,
Dominique Julia considera que as disciplinas escolares
são
Por que seria tão controvertida a utilização das fontes
orais? Paul Thompson sugeriu que os velhos professores
não gostam de aprender novos truques e resistem ao que
percebem ser uma erosão da posição especial do método
rankeano. Isso pode ser verdade, mas eu suspeito de
que há razões mais profundas, e menos estridentes.
(Gwyn Prins, História Oral. Em: Peter Burke (org.).
A escrita da história: novas perspectivas)
Gwyn Prins responde à própria pergunta afirmando que os historiadores
(Gwyn Prins, História Oral. Em: Peter Burke (org.).
A escrita da história: novas perspectivas)
Gwyn Prins responde à própria pergunta afirmando que os historiadores