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Atualmente, práticas que segregam meninos e meninas já não são recomendadas para as aulas de Educação Física. Normalmente, as atividades são elaboradas de maneira em que ambos os gêneros possam participar ativamente, sem rotulações ou estereótipos como brincadeiras de meninos e brincadeiras de meninas.

Contudo, essas situações ainda acontecem em aulas “livres", nas quais os próprios alunos decidem as atividades que irão realizar sem que haja intervenção do professor e, geralmente, os meninos jogam futebol e as meninas dançam ou ficam conversando fora da quadra.

Nesse cenário, pode-se observar que
Andrade e Freitas (2016), ao estudarem as possibilidades de atuação do professor de Educação Física no processo de aprendizagem de alunos com deficiência, concluíram que
A legislação brasileira vigente garante ao aluno com deficiência o direito à inclusão no sistema regular de ensino, com atendimento especializado às suas necessidades educacionais. Alves e Duarte (2012), ao estudarem sobre a participação de alunos com síndrome de Down (SD) nas aulas de Educação Física, detectaram que as construções sociais realizadas por esses alunos eram pobres e limitadas, revelando uma das dificuldades encontradas pelo professor durante o processo inclusivo de seu aluno, e concluíram que

Casco (In: Knijnik e Zuzzi,2010), em seu texto “Mais e melhores práticas para inclusão de meninas na Educação Física escolar”, apresenta uma reflexão sobre as aulas de Educação Física, sua experiência com turmas mistas, as estratégias que adotou com vistas a uma prática pedagógica necessária a uma construção que fizesse sentido a todos. Para isso, o autor utilizou recursos como rodas de planejamento, discussão, reflexão pré e pós-prática, buscando, permanentemente, o consenso e a participação democrática, dando a entender a __________ de meninos e meninas.


Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.

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Andrade e Freitas (2016) relatam algumas experiências didáticas nas quais professoras de Educação Física promovem a inclusão de alunos com deficiência nas aulas. As ações dessas professoras são assim descritas:


“[...] elas convocam os alunos a realizarem as atividades, orientam, explicam, demonstram e, assim, pelas relações intersubjetivas, os conteúdos trabalhados vão se tornando significativos para os alunos com deficiência e esses realizam as tarefas, tendo, como os demais, possibilidades de aprendizagem na escola regular.”


A conclusão a que se chega é que