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“Uma das situações crônicas que estressa e onera os assistentes sociais nos hospitais é a alta em situações que envolvem população de rua, crianças e idosos abandonados. Considerados ‘casos sociais’, são colocados sob a responsabilidade exclusiva do Serviço Social, sem considerarse, por exemplo, a resolutividade das ações realizadas caso o tratamento indicado não tenha continuidade.
Diante dos problemas de financiamento da saúde e da assistência social, são situações de difícil enfrentamento. Frequentemente, o período do tratamento/internação não é o mesmo necessário às ações previstas pelo que se convencionou denominar “alta social”, o que leva a uma ocupação do leito que não só prejudica a instituição, mas – muito mais – a própria população que necessita de atendimento.
Estas situações demandam uma ação conjunta de todos os profissionais envolvidos na atenção prestada, em articulação com a direção da unidade, no sentido de pressionar o poder público – através da publicização dos dados referentes a estas situações –, para que as diferentes secretarias de Governo – de saúde, de assistência social – possam agilizar os encaminhamentos necessários.” (BRASIL, 2009, p.26)

Diante da problematização apresentada, assinale a alternativa que contempla a intervenção profissional nos contextos de alta hospitalar.
No texto “O Serviço Social em hospitais: Orientações Básicas” (BRASIL, 2009), discute-se que o objetivo profissional nos hospitais consiste em resgatar o papel do Serviço Social no trato da “questão social” neste lócus-ocupacional.

Assim sendo, quais ações descritas caracterizam a atuação profissional nos hospitais?
A Lei do SINASE (Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo) estabelece a obrigatoriedade da elaboração do Plano Individual de Atendimento (PIA) para o acompanhamento da execução das medidas socioeducativas em meio aberto, semiliberdade e internação. Assinale a alternativa que descreve corretamente uma característica do PIA.
Um assistente social atuando em um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) realiza o acompanhamento de uma família monoparental chefiada por uma mulher, com três filhos pequenos, que vive em situação de extrema pobreza, moradia precária em área de risco e enfrenta dificuldades no acesso à creche e ao mercado de trabalho formal. Para uma intervenção qualificada, é fundamental a elaboração de um diagnóstico social que vá além da constatação da pobreza. Qual aspecto é primordial incluir neste diagnóstico para subsidiar um plano de intervenção eficaz? 
A elaboração de um laudo social é uma atribuição privativa do/a assistente social, frequentemente requisitada no âmbito sociojurídico para subsidiar decisões sobre direitos. Este documento exige não apenas a descrição de uma situação, mas uma análise fundamentada e conclusiva sobre a matéria em questão, diferenciando-se de um relatório ou parecer pela sua natureza mais assertiva e vinculada a uma avaliação pericial. Considerando as especificidades do laudo social, qual elemento NÃO é esperado encontrar neste tipo de documento?