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Leia o texto a seguir.

Estrangeirismo é comum no vocabulário corporativo. Isso é bom ou ruim?

Briefing, approach, CEO, commodity, deadline, feedback… A lista de palavras de fora que se tornaram comuns em conversas no mundo corporativo está cada vez maior. Você sabe o significado de todas elas? Ou fica perdido tentando entender tantos termos estranhos? A solução para não ficar de fora é se adaptar. (...)
O excesso de termos em inglês na comunicação corporativa tem se tornado desafio para muita gente, afinal, a maior parte da população brasileira não fala um idioma estrangeiro: na última edição do índice internacional de proficiência na língua inglesa da Education First (EF), o Brasil foi rebaixado e parou de fazer parte do grupo das 40 nações com melhor desempenho no idioma. Dependendo da área em que você atua, pode ter ficado perdido tentando saber o que estava sendo dito em determinadas ocasiões. Isso até poderia dar início a uma discussão sobre se o uso de palavras em outras línguas no dia a dia profissional é ou não positivo, no entanto, o recado de especialistas é claro: para não ficar por fora, o melhor é se atualizar e tentar acompanhar.
https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/eu-estudante/trabalho-eformacao/2018/06/24/interna-trabalhoeformacao-2019,690611/estrangeirismo-ecomum-no-vocabulario-corporativo-isso-e-bom-ou-ruim.shtml acesso em 12.6.25

No texto, há algumas estratégias de aproximação com o leitor. Assinale a opção em que se revela uma dessas estratégias.
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Leia a notícia a seguir.

Polícia prende empresário suspeito de atirar e matar gari que fazia coleta de lixo

A vítima foi socorrida pela Polícia Militar e levada em uma viatura para o hospital, onde morreu.
Por g1 Minas — Belo Horizonte.11/08/2025 16h24. Atualizado há uma semana

A polícia prendeu na tarde desta segunda-feira (11) o empresário René da Silva Nogueira Junior, suspeito de atirar e matar Laudemir de Souza Fernandes, um gari de 44 anos. O crime ocorreu após uma discussão de trânsito no bairro Vista Alegre, em Belo Horizonte, enquanto a vítima trabalhava. A prisão ocorreu no bairro Estoril, em uma academia.
O suspeito, casado com uma delegada da Polícia Civil de Minas Gerais, foi levado para o Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). (...)
https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2025/08/11/policia-prende-homemsuspeito-de-atirar-e-matar-gari-apos-discussao-de-transito.ghtml - acesso em 25.8.25

A coesão (gramatical e lexical) é um importante mecanismo de organização das informações em um texto.
Dentre as opções a seguir, marque aquela em que se identifica corretamente um elemento de coesão associado ao termo ao qual ele se refere no texto.
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Observe atentamente o texto a seguir:

Q_9.png (337×241)
Fonte: https://blogdoaftm.com.br/wp-content/ uploads/2024/05/5267.jpg acesso em: 6.10.25

No balão de fala da personagem, há a seguinte constatação: Aqui em casa não convivemos com insegurança alimentar, mas não sei se a nossa comida é muito segura. Assinale, dentre as opções a seguir, a única em que se reescreve esse período, mantendo-se sua ideia principal.
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Observe a tirinha a seguir:

Q8.png (336×121)

Na tirinha, André Dahmer estabelece, em relação ao uso da internet, um posicionamento:
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Leia o texto a seguir.

Bola de meia, bola de gude
Marcelo Barreto

Gosto de ver futebol de criança. E não estou falando dos campeonatos, que atingem faixas etárias cada vez menores — outro dia, conheci um atleta do sub-7 de um grande time do Rio. É pelada mesmo, raiz. Pode ser na rua, na praia, com bola de plástico (no meu tempo se chamava Dente de Leite) ou chinelos no lugar das traves e aquela discussão sobre chutes altos: entrou, não entrou. Passo por uma e meu olhar é hipnotizado. Os melhores momentos são os primeiros, antes de cair na armadilha da racionalização e começar a procurar o craque ou ver como os times se organizam. Segundos — minutos, às vezes — dedicados ao prazer de acompanhar o fluxo dos movimentos, sempre na direção do ataque. (...)
Parar para ver pelada de criança explica de que lado estou. Até consigo entender que há beleza na arte de se defender. Mas odeio zero a zero (e acho errado dar um ponto a cada time quando ele acontece; como pontuar sem botar a bola na rede?). Sou desses: não precisa ser de placa, eu quero ver gol. Por mim, toda bola na mão dentro da área seria pênalti e impedimentos só seriam marcados em casos extremos.
(...) A bola não entra por acaso, diz o título de um livro. Ok, mas também não pode entrar só por mérito. Treinadores e jogadores costumam atribuir os gols que sofrem a dois fatores: falta de atenção ou erro de posicionamento. Pois vivam os desatentos e os mal posicionados! (...)
(http://infoglobo.pressreader.com/o-globo/20190512 acesso em 20.10.25)

A crônica de Marcelo Barreto, publicada em 2019 no jornal O Globo, constrói-se em torno da defesa de um ponto de vista.
Nesse sentido, assinale a opção em que melhor se interpreta, no contexto da crônica, a frase final que aparece no fragmento selecionado nesta questão: “Pois vivam os desatentos e os mal posicionados!”.