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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou, através do Comunicado 3/2021, “[...] os riscos à saúde da população causados pelo uso indiscriminado de medicamentos, sem orientação profissional, e, também do processo de notificação de eventos adversos. A automedicação, principalmente quando o país vivenciava a pandemia causada pelo coronavírus, preocupou ainda mais as autoridades sanitárias. Nesse sentido, foi e continua sendo necessário que as pessoas se conscientizem dos riscos reais dessa prática, que pode causar reações graves, inclusive óbitos.”
Fonte: ALVARENGA, Felipe Queiroz. Adaptado de ANVISA. Anvisa alerta para riscos do uso indiscriminado de medicamentos. COMUNICADO GGMON 003/2021. Nov. 2002. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2021/anvisa-alerta-para-riscos-do-usoindiscriminado-de-medicamentos. Acesso em: 27 out. 2024.

Considerando o tema proposto pelo enunciado, leia atentamente as afirmativas a seguir.

I- A automedicação pode aumentar a prevalência de eventos adversos nos pacientes e pode ser considerada fator predisponente para o aumento das internações hospitalares.

II- A pandemia por COVID-19 foi capaz de aumentar o interesse da população pelo assunto “saúde”, contribuindo para a monitorização da população quanto ao uso de medicamentos.

III- O uso excessivo, indevido ou o subuso de medicamentos pelos pacientes pode resultar em problemas de saúde, ineficácia do tratamento ou toxicidade.


O(s) risco(s) para a saúde, decorrente(s) do uso irracional de medicamentos, está(ão) presente(s) na(s) afirmativa(s)
Leia a Portaria a seguir:
O Técnico em Farmácia deve ter o conhecimento de que o farmacêutico é o responsável pela avaliação do receituário e a sua dispensação. Também deve ser conhecedor dos principais medicamentos sujeitos ao controle especial, constantes da Portaria 344/1998, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS), para direcionamento do atendimento ao profissional responsável.
Fonte: ALVARENGA, Felipe Queiroz. Considerações sobre a Portaria SVS/MS n.º 344/1998. Adaptado de CRFSP. Disponível em www.crfsp.org.br. Acesso em: 27 out. 2024.

Leia também, a seguir, a prescrição medicamentosa para um paciente hipotético:  



Imagem associada para resolução da questão


Considerando a prescrição acima, à luz da portaria supracitada, qual(is) do(s) medicamento(s) prescrito(s) está(ão) sujeito(s) ao controle especial?
O farmacêutico, no exercício de sua profissão, poderá responder administrativa, civil e criminalmente, quando seus atos ou atos de terceiros sob sua supervisão proporcionarem prejuízos ao paciente, pois responde também por erros cometidos por sua equipe. A infração por não guardar sigilo de fatos e informações de que tenha conhecimento no exercício da profissão, excetuando-se os casos amparados pela legislação vigente, cujo dever legal exija comunicação, denúncia ou relato a quem de direito é considerada: 
Segundo o Conselho Regional de Farmácia do estado de São Paulo: "Cabe esclarecer que não existe um modelo pronto ou padrão para as instruções de Biossegurança. Tal documento é único para cada estabelecimento uma vez que é confeccionado com base na sua política, atividades e processos, devendo ser reprodução fiel de sua rotina e realidade". Assinale a alternativa correta sobre o assunto abordado.
Em relação ao Código de Ética Farmacêutica, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas. 

( ) Recusar o fornecimento de medicamentos a estabelecimentos que não cumpram os requisitos legais para aquisição é um direito do farmacêutico.
( ) O farmacêutico, durante o tempo em que permanecer inscrito em um CRF, não estando no exercício efetivo da profissão, fica impedido de supervisionar os colaboradores para atuarem no auxílio ao exercício das suas atividades.
( ) Quando atuando no serviço público, é permitido ao inscrito no CRF cobrar ou receber remuneração do usuário do serviço. 

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: