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Mulher portadora de esclerose lateral amiotrófica expressou há 01 ano em diretiva antecipada de vontade (DAV) que não deseja receber medidas invasivas de suporte de vida, caso apresente deterioração clínica irreversível. Atualmente, apresenta insuficiência respiratória progressiva, incapacidade de deglutição e rebaixamento do nível de consciência, sem possibilidade de intervenção modificadora de doença. A filha mais velha insiste para que seja realizada intubação orotraqueal, enquanto o marido reforça que deseja que a vontade da esposa seja respeitada.
Em relação ao caso apresentado, é correto afirmar:
Os aspectos éticos e legais na infectologia exigem equilíbrio entre a privacidade do paciente e a saúde coletiva, com obrigações específicas para notificação e rastreamento de contatos. Considerando esse tema, analise as afirmativas a seguir.
I.Em casos de ISTs como sífilis e HIV, o médico deve orientar o paciente sobre a importância de notificar parceiros, respeitando sua autonomia e privacidade.
II.A notificação compulsória de ISTs exige que o médico comunique às autoridades de saúde, garantindo a confidencialidade do paciente, exceto no essencial para o controle epidemiológico.
III.O médico infectologista tem a obrigação de divulgar diretamente a terceiros informações sobre o diagnóstico do paciente, sempre que houver risco de exposição à doença.

Está correto o que se afirma em:
Durante a avaliação cardiológica, um paciente do sexo masculino de 72 anos, lúcido e orientado, com estenose aórtica grave sintomática e indicação formal de troca valvar, recusa o procedimento após esclarecimento de riscos e benefícios. A família, temendo morte súbita, pressiona pela cirurgia contra a vontade do paciente. De acordo com o Código de Ética Médica (Resolução CFM nº 2.217/2018), qual a conduta correta?
Um cardiologista diagnostica um paciente de 35 anos com miocardiopatia hipertrófica familiar, uma condição genética com padrão de herança autossômica dominante. O paciente se recusa a comunicar seus familiares de primeiro grau (pais, irmãos e filhos) sobre o diagnóstico e o risco de eles também serem portadores da doença e estarem em risco de morte súbita. Conforme o Código de Ética Médica, qual a atitude mais adequada do médico?
Um médico cardiologista é chamado para atender um homem de 60 anos, encontrado inconsciente em seu domicílio por um familiar, já em assistolia e com sinais evidentes de morte (livores e rigor mortis). O paciente não tinha acompanhamento médico regular e a família nega histórico de doenças. Qual é a conduta correta do médico em relação à Declaração de Óbito (DO)?