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Segundo Koudela & Almeida Jr (2015), aquilo a que Laban chamou “dança livre” ou “dança educacional/educativa” se propunha trabalhar as atitudes internas dos dançarinos por meio de um denominador comum.

Qual seria esse denominador comum, segundo a autora? 
No contexto de projetos de composição coreográfica e criação em dança na escola, os estudantes são frequentemente incentivados a articular a improvisação com o desenvolvimento estruturado do movimento corporal. Esse processo pedagógico permite transformar ações motoras espontâneas em estruturas coreográficas coerentes e comunicativas. De acordo com os fundamentos teóricos da composição na dança, o motif (motivo) é caracterizado como _________, enquanto a frase de movimento é compreendida como _________.

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do texto:
Ao trabalhar a dança nas aulas, o professor apresenta estilos com características distintas de técnica e de expressão. Complete as lacunas do texto a seguir: a dança _______ caracteriza-se pela técnica codificada e pelo rigor postural, enquanto a dança _______ valoriza a livre experimentação de movimentos e a ruptura com padrões rígidos.

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem: 
Na educação infantil, a criança se expressa por múltiplas linguagens, que o monitor deve reconhecer e estimular. Ao dançar e gesticular, a criança utiliza a linguagem _____________; ao desenhar e pintar, manifesta a linguagem _____________; ao conversar e narrar histórias, desenvolve a linguagem _____________.

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas. 
A artista carioca Celeida Tostes (1919–1995), em sua obra Passagem, com a ajuda de duas mulheres, cobriu o corpo com lama da cabeça aos pés e entrou em um grande vaso de barro, construído pela técnica do acordelado. Depois de se acomodar em posição fetal, o vaso foi fechado pelas companheiras, utilizando a mesma técnica. A artista permaneceu por algum tempo dentro desse “barro-casulo”, até rompê-lo e sair rastejando pelo chão. 
A ação pode ser interpretada como uma metáfora de renascimento: o barro assume a forma de um útero, enquanto a lama remete ao líquido amniótico. Nas palavras da própria artista: “Passagem foi também uma tentativa de retornar ao ventre de uma mãe que ela nunca conheceu, se misturando com a matéria e se perdendo (ou talvez se encontrando) no corpo-barro.”
Com base na descrição, é correto afirmar que a obra de Celeida Tostes caracteriza-se como