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Paciente de 34 anos, sexo feminino, com diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico (LES) há dois anos, em uso regular de hidroxicloroquina 400 mg/dia e prednisona 5 mg/dia (sem qualquer alteração terapêutica há 8 meses), é trazida à clínica da família pelo marido. Ele refere que, há aproximadamente uma semana, ela tem dormido apenas duas horas por noite, mas não demonstra cansaço, apresenta humor eufórico, fala acelerada, ideias de grandiosidade (afirma ter “descoberto a cura para o lúpus”) e aumento dos gastos financeiros por impulso.
Ao exame físico, evidenciou-se rash malar e artrite em punhos (achados ausentes na última consulta). Exames laboratoriais revelam queda do complemento sérico (C3 e C4) e elevação do título de anti-dsDNA, comparado ao exame realizado no mês anterior. Nega uso de álcool, substâncias ou outros medicamentos. Não há história pessoal ou familiar de transtorno psiquiátrico.
A principal hipótese diagnóstica é
Adolescente, 13 anos, sexo feminino, é internada com dor torácica. Exames de imagem realizados evidenciam derrame pleural. Ela mora com a avó materna e nega contato com indivíduos com tosse crônica. Ao exame: emagrecida, com hiperemia bilateral na região malar. Apresenta dentes em bom estado de conservação, mas notam-se algumas lesões ulceradas na boca. Corrobora com a principal hipótese diagnóstica a presença de: 
Adolescente, 13 anos, sexo feminino, é internada com dor torácica. Exames de imagem realizados evidenciam derrame pleural. Ela mora com a avó materna e nega contato com indivíduos com tosse crônica. Ao exame: emagrecida, com hiperemia bilateral na região malar. Apresenta dentes em bom estado de conservação, mas notam-se algumas lesões ulceradas na boca.
Corrobora com a principal hipótese diagnóstica a presença de:
Paciente feminina, 38 anos, encontra-se em acompanhamento reumatológico pelo diagnóstico de Lupus Eritematoso Sistêmico. Relata numa consulta de rotina que está apresentando dormência, formigamento e fraqueza nos quatro membros inicialmente nos pés, tendo evoluído para as pernas e mãos nos últimos 2 meses. Ao exame neurológico, apresenta fraqueza distal nos quatro membros, arreflexia global e hipopalestesia nos membros inferiores.
O diagnóstico sindrômico é de 
Adolescente, 13 anos, sexo feminino, é internada com dor torácica. Exames de imagem realizados evidenciam derrame pleural. Ela mora com a avó materna e nega contato com indivíduos com tosse crônica.
Ao exame: emagrecida, com hiperemia bilateral na região malar. Apresenta dentes em bom estado de conservação, mas notam-se algumas lesões ulceradas na boca.
Corrobora com a principal hipótese diagnóstica a presença de: