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Mulher de 25 anos apresenta lúpus ativo, manifestado por erupção cutânea fotossensível, derrame pericárdico moderado, vasculite cutânea de pequenos vasos nas palmas das mãos e febre baixa. Ela tem se queixado mais recentemente de diarreia aquosa há um mês. O exame físico é notável por erupção macular eritematosa em todo o rosto e na parte anterior do tórax; há pequenas lesões vasculíticas nas palmas das mãos; sons cardíacos hipofonéticos; a paciente também parece ter edema difuso dos tecidos moles, abdome distendido, sem dor, com macicez móvel. Os exames são negativos para infecções. O anticorpo antinúcleo é positivo 1:1280; albumina sérica: 1,5 g/dL; complementos C3 e C4 baixos. Análise da urina e testes de função hepática são normais.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, constitui o resultado que, mais provavelmente, a paciente apresenta:
Mulher de 32 anos procura a unidade de saúde com histórico de dor nas articulações, mialgias, perda de peso e edema periférico. Os exames séricos atuais são: sódio: 143 mEq/L; potássio: 3,4 mEq/L; creatinina: 1,45 mg/dL; albumina: 2,9 g/dL. A relação proteína/creatinina na urina é igual a 420 mg/mmol (normal: < 30). A biópsia renal mostra “espículas” na microscopia óptica; depósitos elétron-densos subepiteliais e mesangiais à microscopia eletrônica; coloração positiva para IgG, C3, IgA e IgM na imunofluorescência.
É mais provável que qual autoanticorpo seja positivo nessa paciente?
Paciente do sexo feminino, 39 anos, procura atendimento médico com queixa de rash cutâneo eritematoso em asa de borboleta na face, que surgiu há 4 semanas e piora significativamente com a exposição à luz solar. Ela relata fadiga intensa, febre baixa intermitente, dor e edema simétricos em pequenas articulações das mãos, além de alopecia difusa recente. Não apresenta comorbidades conhecidas, nega uso de álcool, drogas ilícitas ou tabagismo, e sua história familiar é negativa para doenças autoimunes. Exames iniciais mostram hemograma com anemia normocítica discreta, VHS elevada e exame de urina sem alterações significativas. Considerando o quadro clínico, assinale o achado laboratorial mais característico e esperado que deverá estar alterado nessa paciente, de acordo com critérios diagnósticos atualizados.  
Paciente com 38 anos vem apresentando fenômeno de Raynaud e poliartralgia há 18 meses. Após avaliação clínica e laboratorial foram observados FAN 1/160 pontilhado fino, proteína C reativa 1,2 mg/dL e fator reumatoide negativo.
Assinale a alternativa que indica corretamente o exame complementar que tem a melhor indicação para o caso.
Mulher de 43 anos apresenta há 1 ano lesões cutâneas, sem queixas sistêmicas. Ao exame dermatológico observa-se lesões eritematodescamativas e queratósicas, com hipercromia periférica, centro atrófico nas regiões malares, dorso nasal e orelhas. O exame histopatológico de lesão mostrou hiperqueratose, rolhas córneas, liquefação da camada basal e infiltrado inflamatório linfohistiocitário perivascular e perianexial na derme. O exame de imunofluorescência direta mostrou fluorescência granulosa com IgG, IgA, IgM e C3 na zona de membrana basal.

O diagnóstico é: