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Manutenção de software é o processo geral de mudança de um software após ele ter sido entregue. Um dos tipos de manutenção que podem ocorrer é a adaptação do software, que é 
O roteiro de métricas de software do SISP (Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação) tem como propósito apoiar os órgãos e as entidades no processo de medição de software em projetos não previstos no Manual de Práticas de Contagem (CPM). Um desses tipos é a Adaptação em Funcionalidades sem Alteração de Requisitos Funcionais. São consideradas nessa categoria as demandas de manutenção adaptativa associadas a solicitações que envolvem aspectos não funcionais, sem alteração em requisitos funcionais. Um tipo de manutenção que se enquadra nesse conceito é: 
Nos primórdios da World Wide Web, os sites eram formados por nada mais do que um conjunto de arquivos de hipertexto ligados, que representavam informações utilizando textos e gráficos limitados. Com o decorrer do tempo, a evolução da linguagem HTML tornou possível a oferta de capacidade computacional juntamente com as informações. Assim, tecnologias Web 3.0 evoluíram para sofisticadas aplicações voltadas para o mundo corporativo e para o consumidor. Tais softwares, mesmo quando superados tecnologicamente, podem ser responsáveis ainda hoje por funções críticas do negócio e — ainda que a tecnologia seja relativamente moderna — quando comparada a outros tipos. A baixa qualidade, a falta de documentação e o histórico de alterações mal gerenciado, quando presentes, normalmente resultam em projetos inextensíveis, gerando dores de cabeça na organização, principalmente quando sistemas indispensáveis ao negócio estão envolvidos. Dentro de tal contexto, quando o software atende às necessidades do usuário de forma confiável, sem que nenhuma mudança significativa seja necessária, a medida correta a ser tomada é: 
O roteiro de métricas de software do SISP (Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação) tem como propósito apoiar os órgãos e as entidades no processo de medição de software em projetos não previstos no Manual de Práticas de Contagem (CPM). Um desses tipos é a Adaptação em Funcionalidades sem Alteração de Requisitos Funcionais. São consideradas nessa categoria as demandas de manutenção adaptativa associadas a solicitações que envolvem aspectos não funcionais, sem alteração em requisitos funcionais. Um tipo de manutenção que se enquadra nesse conceito é: 
Nos primórdios da World Wide Web, os sites eram formados por nada mais do que um conjunto de arquivos de hipertexto ligados, que representavam informações utilizando textos e gráficos limitados. Com o decorrer do tempo, a evolução da linguagem HTML tornou possível a oferta de capacidade computacional juntamente com as informações. Assim, tecnologias Web 3.0 evoluíram para sofisticadas aplicações voltadas para o mundo corporativo e para o consumidor. Tais softwares, mesmo quando superados tecnologicamente, podem ser responsáveis ainda hoje por funções críticas do negócio e — ainda que a tecnologia seja relativamente moderna — quando comparada a outros tipos. A baixa qualidade, a falta de documentação e o histórico de alterações mal gerenciado, quando presentes, normalmente resultam em projetos inextensíveis, gerando dores de cabeça na organização, principalmente quando sistemas indispensáveis ao negócio estão envolvidos. Dentro de tal contexto, quando o software atende às necessidades do usuário de forma confiável, sem que nenhuma mudança significativa seja necessária, a medida correta a ser tomada é: