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A alteração mamária benigna caracterizada por um conjunto de sintomas que inclui dor, nódulos e cistos, com forte relação com o ciclo menstrual, é classificada como:
Em pacientes com secreção papilar mamária serosa ou serosanguinolenta unilateral, espontânea e proveniente de um único ducto, a conduta diagnóstica de primeira escolha é a:
Mulher de 52 anos realiza biópsia de nódulo mamário, cujo laudo indica carcinoma invasivo não especial, RE/RP positivos, HER-2 negativo e grau histológico 2. Indique o fator prognóstico mais relevante para a definição inicial da conduta terapêutica.
No seguimento tardio de reconstrução mamária com implante, paciente evolui com dor e deformidade, sugerindo endurecimento e deslocamento protético. Assinale a alternativa que melhor descreve o mecanismo e a conduta de escolha:
Paciente de 53 anos, menopausa há 2 anos, procura consultório com queixa de fogachos intensos (12- 15 episódios/dia), sudorese noturna, insônia, irritabilidade e dispareunia. Sintomas interferem significativamente em sua qualidade de vida e trabalho. Refere também secura vaginal importante. Nega sangramento vaginal. História ginecológica: G3P3, último parto aos 32 anos, não amamentou (opção pessoal). Histerectomia total aos 46 anos por miomatose uterina (benigna), ovários preservados. História familiar: mãe diagnosticada com câncer de mama aos 58 anos (RE positivo, tratada com cirurgia e hormonioterapia, atualmente com 78 anos, sem recidiva). Irmã saudável, 55 anos. Tia paterna com câncer de ovário aos 65 anos. História pessoal: hipertensão arterial controlada (losartana 50 mg/dia), sem diabetes. Nega tabagismo. IMC: 27 kg/m². Exame físico: PA: 128/82 mmHg. Exame ginecológico: atrofia vulvovaginal acentuada. Mamas sem nódulos ou alterações. Mamografia realizada há 6 meses: mamas heterogeneamente densas (ACR tipo C), sem nódulos ou microcalcificações, BI-RADS 1. Considerando os sintomas climatéricos intensos e a história familiar de câncer de mama, qual a melhor orientação sobre terapia hormonal?