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Mulher, 53 anos, após a menopausa, sem comorbidades e sem uso de terapia hormonal, apresenta queixa de nódulo palpável na mama direita. Exame físico: mama de médio volume com lesão endurecida de 2,5 cm no quadrante superolateral, sem sinais inflamatórios. Realizada biópsia por agulha grossa com laudo anatomopatológico de carcinoma ductal invasivo, receptor hormonal positivo, HER2 negativo. Ultrassom axilar sem linfonodos suspeitos. Estadiamento clínico sem evidência de doença à distância. Qual é a conduta inicial adequada para o manejo locorregional desta paciente?
Paciente de 48 anos foi submetida a cirurgia conservadora por carcinoma ductal in situ, detectado por mamografia que continha microcalcificações. O resultado anatomopatológico descreveu margens livres de 3 mm, grau nuclear intermediário, sem necrose extensa. Qual é a conduta adjuvante mais efetiva na redução da recorrência local neste caso clínico?
Mulher de 45 anos, G2C1P1, retorna à consulta trazendo laudo de biópsia realizada por agulha grossa, demonstrando hiperplasia ductal atípica, extraída de extensa área de microcalcificações mamográficas agrupadas. Considerando a conduta recomendada em relação ao caso clínico, qual é a sequência adequada?  
Mulher de 39 anos, com antecedente de câncer de mama tratado há dois anos, comparece à consulta para orientação anticoncepcional. Considerando o caso clínico, qual método é o mais adequado? 
Gestante de 17 semanas tem diagnóstico recente de câncer de mama invasivo. Não há sinais clínicos ou de imagem de doença metastática. Com base no caso clínico e nas recomendações para tratamento do câncer de mama durante a gestação, qual alternativa representa a conduta terapêutica adequada?