Filtrar


Questões por página:
Homem de 56 anos apresenta pneumonia grave e choque séptico. Encontra-se em noradrenalina 0,4 µg/kg/min, PA 92 × 55 mmHg, FC 125 bpm, SpO‚ 88% com máscara não reinalante e apresenta importante esforço respiratório. A equipe decide pela intubação orotraqueal.
Considerando o risco de colapso cardiovascular peri-intubação, a estratégia mais apropriada é:
Mulher de 72 anos, portadora de DPOC, chega ao DE com exacerbação grave. Está consciente, cooperativa, FR 32 irpm, SpO‚ 86% em ar ambiente. Após oxigênio controlado, apresenta SpO‚ 91%. Gasometria: pH 7,25; PaCO‚ 72 mmHg; HCOƒ{ 31 mEq/L. É iniciada VNI. Após 60 minutos, permanece consciente, FR 25 irpm, pH 7,30 e PaCO‚ 64 mmHg. A melhor conduta é:
Homem de 67 anos, hipertenso e diabético, procura o Departamento de Emergência por febre, disúria e prostração. Após 30 mL/kg de cristaloide, apresenta PA 82 × 46 mmHg, FC 118 bpm, TEC 5 segundos, lactato 5,2 mmol/L e diurese reduzida. Noradrenalina é iniciada. Ao POCUS, observa-se função sistólica do VE preservada, ausência de linhas B e VTI da VSVE de 13 cm. Após elevação passiva das pernas, o VTI aumenta para 16 cm.

Qual é a interpretação e a conduta mais adequadas?
Lactente de dois meses deu entrada em um hospital com choque séptico de foco cutâneo devido à infecção fúngica em área de fraldas, que culminou em disfunção cardiorrespiratória e hematológica. Na admissão, apresentava pancitopenia e sangramento em vias aéreas, sendo necessário múltiplas hemotransfusões com hemácias, plaquetas e plasma fresco congelado. Após essas transfusões, paciente se encontrava com infecção controlada, com controle hídrico rigoroso e evoluiu com Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo Grave, com hipoxemia refratária ao tratamento ofertado, evoluindo com disfunção de múltiplos órgãos e sistemas e óbito.
Sobre o quadro, a hipótese mais provável é
Um homem de 33 anos, vítima de colisão automobilística de alta energia, é admitido na sala de trauma 40 minutos após o acidente. Apresenta palidez cutaneomucosa, extremidades frias, frequência cardíaca de 132 bpm, pressão arterial de 78/46 mmHg, frequência respiratória de 28 irpm e escala de coma de Glasgow de 12. Ao exame, há dor e distensão abdominal, fratura fechada de fêmur e sinais clínicos de hemorragia ativa. O ultrassom abdominal focado no trauma (FAST) evidencia líquido livre intraperitoneal. Não há sinais clínicos de traumatismo cranioencefálico grave.
Considerando os princípios atuais de ressuscitação do trauma com hemorragia ativa, assinale a alternativa correta.