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Associe corretamente os termos da Coluna 1 com suas respectivas definições, dispostas na Coluna 2, em relação aos instrumentos complementares de avaliação familiar amplamente usados em medicina de família e comunidade e em medicina preventiva, permitindo compreender o contexto biopsicossocial do paciente além da queixa clínica isolada:



Coluna 1:


I. Genograma.


II. Ecomapa.


III. Apgar Familiar.


IV. Espaço de Vida Familiar



Coluna 2:


( ) É uma representação gráfica da estrutura familiar ao longo de pelo menos três gerações, utilizando símbolos padronizados para registrar relações de parentesco, doenças, óbitos e padrões de relacionamento (próximo, conflituoso, distante).


( ) É um diagrama que representa as relações do indivíduo/família com o ambiente social mais amplo - trabalho, escola, serviços de saúde, comunidade religlosa, amigos e vizinhos.


( ) Escala para mensurar a percepção do paciente sobre a funcionalidade familiar, por meio de domínios: adaptação, participação (parceria), ganho (crescimento), afeto e resolução.


( ) Instrumento gráfico interativo no qual todos os membros da família participam conjuntamente de um desenho do proprio sistema familiar.



Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima? 

Mulher de 22 anos, nuligesta, sexualmente ativa desde os 16 anos, comparece à consulta ginecológica de rotina e solicita "fazer o preventivo" e o teste de HPV, pois uma amiga da mesma idade foi recentemente diagnosticada com infecção pelo HPV. Nega sintomas, sangramento anormal ou lesões visíveis ao exame especular.

Segundo as Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero (3.ª edição, 2025), a conduta correta nesse caso é
Mulher de 58 anos foi submetida a histerectomia total há 10 anos, por miomatose uterina sintomática. Não há história prévia de diagnóstico ou tratamento de lesões cervicais de alto grau. Revisão do prontuário confirma que todos os exames citopatológicos realizados antes da cirurgia eram normais. A paciente pergunta se ainda precisa continuar realizando o rastreamento do câncer do colo do útero.

Conforme a diretriz nacional vigente (INCA/Ministério da Saúde, 2025), a conduta correta é 
Mulher de 35 anos, assintomática, comparece à unidade básica de saúde para rastreamento cervical de rotina, dentro do programa organizado de rastreamento do câncer do colo do útero. Realiza teste de DNA-HPV oncogênico, que resulta positivo, com genotipagem identificando o tipo 16.

Considerando o fluxo de rastreamento organizado com teste molecular vigente na diretriz nacional do Ministério da Saúde, a conduta correta diante desse resultado é encaminhar a paciente para 
Homem trans de 35 anos, em uso de testosterona há 4 anos, sem histórico de histerectomia, mantendo o colo uterino. Relata prática sexual com penetração pênis-vagina e nunca realizou colpocitologia oncótica. Demonstra desconforto significativo com a perspectiva do exame especular.

A conduta mais adequada em relação ao rastreamento do câncer do colo do útero para esse paciente é