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Mulher de 24 anos, vivendo com HIV, inicia acompanhamento em unidade de referência em infectologia. Relata início da vida sexual aos 17 anos, encontra-se em uso regular de terapia antirretroviral, com carga viral indetectável e contagem de linfócitos CD4 preservada. Nunca realizou exame preventivo do colo do útero.

Considerando as recomendações das Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero vigentes, a conduta correta quanto ao início do rastreamento nessa paciente é 
Uma paciente de 11 anos comparece à consulta de seguimento no D+360 pós-TMO alogênico por LMA. Encontra-se assintomática, em remissão completa da doença de base e sem sinais de DECH ativa, tendo encerrado o desmame de imunossupressores há 3 meses.

A orientação para o seguimento é 
Mulher de 22 anos, nuligesta, sexualmente ativa desde os 16 anos, comparece à consulta ginecológica de rotina e solicita "fazer o preventivo" e o teste de HPV, pois uma amiga da mesma idade foi recentemente diagnosticada com infecção pelo HPV. Nega sintomas, sangramento anormal ou lesões visíveis ao exame especular.

Segundo as Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero (3.ª edição, 2025), a conduta correta nesse caso é
Mulher de 58 anos foi submetida a histerectomia total há 10 anos, por miomatose uterina sintomática. Não há história prévia de diagnóstico ou tratamento de lesões cervicais de alto grau. Revisão do prontuário confirma que todos os exames citopatológicos realizados antes da cirurgia eram normais. A paciente pergunta se ainda precisa continuar realizando o rastreamento do câncer do colo do útero.

Conforme a diretriz nacional vigente (INCA/Ministério da Saúde, 2025), a conduta correta é 
Mulher de 35 anos, assintomática, comparece à unidade básica de saúde para rastreamento cervical de rotina, dentro do programa organizado de rastreamento do câncer do colo do útero. Realiza teste de DNA-HPV oncogênico, que resulta positivo, com genotipagem identificando o tipo 16.

Considerando o fluxo de rastreamento organizado com teste molecular vigente na diretriz nacional do Ministério da Saúde, a conduta correta diante desse resultado é encaminhar a paciente para