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Mulher de 24 anos, vivendo com HIV, inicia acompanhamento em unidade de referência em infectologia. Relata início da vida sexual aos 17 anos, encontra-se em uso regular de terapia antirretroviral, com carga viral indetectável e contagem de linfócitos CD4 preservada. Nunca realizou exame preventivo do colo do útero.

Considerando as recomendações das Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero vigentes, a conduta correta quanto ao início do rastreamento nessa paciente é 
Homem de 56 anos, hipertenso, tabagista há 40 anos (cerca de 20 cigarros por dia), comparece à Unidade de Atenção Primária em Saúde para renovar a receita do anti-hipertensivo. Ao ser questionado sobre o tabagismo, diz que sabe que deveria parar, pois seu pai teve enfisema pulmonar, mas que lida como muito estresse no trabalho e ainda não consegue interromper o hábito. Ele não considera parar de fumar no próximo mês, mas também não descarta a ideia no futuro.
Com base nos princípios da entrevista motivacional, a abordagem mais adequada, nesse momento, é 
Homem de 55 anos apresenta quadro de dispneia a médios esforços. Tem TCAR de tórax com múltiplos nódulos milimétricos difusos de aspecto firme, localizados predominantemente nos lobos superiores, associados a linfonodos mediastinais com calcificações periféricas circunferenciais (padrão em casca de ovo). Trabalhou por 22 anos na perfuração de túneis rochosos e mineração de ouro subterrânea. A recomendação de triagem em saúde pública necessária para esse paciente, devido a seu risco epidemiológico de comorbidade infecciosa, considerando a fisiopatologia dessa pneumoconiose, é 
Tabagista há 27 anos de 30 cigarros por dia, uma mulher de 42 anos de idade busca atendimento com o objetivo de deixar de fumar. No teste de dependência à nicotina de Fagerströn, tem pontuação total de 7 (dependência alta). Sem contraindicações clínicas, a conduta terapêutica padrão inicial com a maior taxa de sucesso recomendada pelas diretrizes nacionais é 
Avô, que reside com seu filho, sua nora e seus netos é diagnosticado com tuberculose pulmonar, com BAAR +++. Na investigação dos contatos, a lactente, de 11 meses, apresentou prova tuberculínica negativa, radiografia normal e está assintomática. A conduta correta é