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Mulher de 58 anos foi submetida a histerectomia total há 10 anos, por miomatose uterina sintomática. Não há história prévia de diagnóstico ou tratamento de lesões cervicais de alto grau. Revisão do prontuário confirma que todos os exames citopatológicos realizados antes da cirurgia eram normais. A paciente pergunta se ainda precisa continuar realizando o rastreamento do câncer do colo do útero.
Conforme a diretriz nacional vigente (INCA/Ministério da Saúde, 2025), a conduta correta é 
Mulher de 35 anos, assintomática, comparece à unidade básica de saúde para rastreamento cervical de rotina, dentro do programa organizado de rastreamento do câncer do colo do útero. Realiza teste de DNA-HPV oncogênico, que resulta positivo, com genotipagem identificando o tipo 16.
Considerando o fluxo de rastreamento organizado com teste molecular vigente na diretriz nacional do Ministério da Saúde, a conduta correta diante desse resultado é encaminhar a paciente para  
Homem trans de 35 anos, em uso de testosterona há 4 anos, sem histórico de histerectomia, mantendo o colo uterino. Relata prática sexual com penetração pênis-vagina e nunca realizou colpocitologia oncótica. Demonstra desconforto significativo com a perspectiva do exame especular.
A conduta mais adequada em relação ao rastreamento do câncer do colo do útero para esse paciente é 
Mulher de 24 anos, vivendo com HIV, inicia acompanhamento em unidade de referência em infectologia. Relata início da vida sexual aos 17 anos, encontra-se em uso regular de terapia antirretroviral, com carga viral indetectável e contagem de linfócitos CD4 preservada. Nunca realizou exame preventivo do colo do útero.
Considerando as recomendações das Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero vigentes, a conduta correta quanto ao início do rastreamento nessa paciente é 
Um paciente masculino de 36 anos de idade foi encaminhado ao serviço de tisiologia com os seguintes sintomas: tosse produtiva iniciada há 4 semanas e febre vespertina além de sudorese noturna.
Pelas orientações do Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil, do Ministério da Saúde, o método prioritário para confirmação laboratorial imediata para triagem de resistência a rifampicina é