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Mulher de 35 anos, assintomática, comparece à Unidade Básica de Saúde para rastreamento cervical de rotina, dentro do programa organizado de rastreamento do câncer do colo do útero. Realiza teste de DNA-HPV oncogênico, que resulta positivo, com genotipagem identificando o tipo 16.
Considerando o fluxo de rastreamento organizado com teste molecular vigente na diretriz nacional do Ministério da Saúde, a conduta correta diante desse resultado é encaminhar a paciente para 
Homem trans de 35 anos, em uso de testosterona há 4 anos, sem histórico de histerectomia, mantendo o colo uterino. Relata prática sexual com penetração pênis-vagina e que nunca realizou colpocitologia oncótica. Demonstra desconforto significativo com a perspectiva do exame especular.
A conduta mais adequada em relação ao rastreamento do câncer do colo do útero para esse paciente é 
Mulher de 24 anos, vivendo com HIV, inicia acompanhamento em unidade de referência em infectologia. Relata início da vida sexual aos 17 anos, encontra-se em uso regular de terapia antirretroviral, com carga viral indetectável e contagem de linfócitos CD4 preservada. Nunca realizou exame preventivo do colo do útero.
Considerando as recomendações das Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero vigentes, a conduta correta quanto ao início do rastreamento nessa paciente é 
Mulher de 42 anos com artrite reumatoide soropositiva mantém atividade moderada após seis meses de metotrexato 25 mg por semana, ácido fólico e boa adesão. Após decisão compartilhada, está programado o início de um inibidor de TNF. O teste para tuberculose latente é positivo, sem sinais clínicos ou radiológicos de tuberculose ativa. A sorologia mostra HBsAg negativo, anti-HBc total positivo e anti-HBs positivo, com HBV DNA indetectável, caracterizando infecção passada. As vacinas inativadas estão incompletas, incluindo a vacina recombinante contra herpes zóster.
Antes de iniciar o inibidor de TNF, a conduta mais apropriada é 
A reabilitação cardíaca consiste em uma abordagem sistemática para aplicar estratégias de prevenção cardiovascular secundária a pacientes em recuperação após um evento cardiovascular.
Em relação a esse tema, avalie as afirmativas abaixo.

I. Após um evento cardiovascular, programas de reabilitação cardíaca têm sido associados a uma redução significativa nas readmissões hospitalares, tanto por causas cardiovasculares quanto não cardiovasculares.

II. Estudos randomizados e observacionais demonstraram reduções significativas na mortalidade por todas as causas cardiovasculares entre participantes de programas de reabilitação cardíaca, principalmente em pacientes com coronariopatia.

III. Apesar do alto risco cardiovascular dos participantes, protocolos padronizados tornam a reabilitação cardíaca muito segura, com raros eventos graves durante as sessões.



Está correto o que se afirma em