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Na presença de lesão geniturinária com fratura de anel pélvico, o momento do tratamento varia em função apenas do tipo de lesão.
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O tratamento nos pacientes com trauma de pelve está subordinado ao grau de instabilidade biomecânica da fratura pélvica, independentemente do comprometimento hemodinâmico do paciente.
No atendimento ao paciente politraumatizado, deve-se avaliar, nessa ordem, as vias aéreas e o colar cervical, a respiração e a circulação, os aspectos neurológicos e a exposição do paciente.
Em se tratando de politrauma, a amputação imediata de um membro tem indicação quando o MESS (Mandgle Extremity Severity Score) tem pontuação igual ou maior que sete.
A presença de fraturas ou escore fratura tem importância pouco significativa no prognóstico do paciente politraumatizado.