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Uma mulher de 34 anos procura a Unidade Básica de Saúde com queixa de disúria, polaciúria e urgência miccional há 48 horas. Nega febre, dor lombar ou náuseas. Refere episódio semelhante há cerca de 2 anos, tratado com antibiótico, sem complicações. Antecedentes: sem comorbidades, não gestante, sem uso recente de antibióticos. Ao exame físico, afebril, sem dor à palpação lombar. Exame ginecológico sem alterações.

Considerando as melhores evidências clínicas e diretrizes atuais, qual a conduta mais adequada?
Uma mulher de 58 anos, hipertensa e dislipidêmica, procura a Unidade Básica de Saúde relatando fadiga persistente e ansiedade em relação à sua saúde, após múltiplas consultas médicas nas últimas semanas. Foram solicitados diversos exames laboratoriais e cardiológicos, todos com resultados dentro ou ligeiramente fora da normalidade, e já foi submetida a ajustes de medicação sem melhora dos sintomas. Ela apresenta polimedicação, histórico de ansiedade e dificuldade de lidar com exames repetidos, relatando preocupação constante com sua saúde e insônia. O médico de família avalia o caso e percebe que o excesso de intervenções recentes e a complexidade clínica colocam a paciente em risco de efeitos adversos, ansiedade iatrogénica e sobrecarga do cuidado.

Considerando a situação acima descrita, aplicando seus conhecimentos sobre prevenção e ética médica, qual deverá ser a conduta mais adequada?
Uma mulher de 32 anos procura a Unidade Básica de Saúde queixando-se de cansaço excessivo, perda de interesse nas atividades que antes apreciava, dificuldade de concentração e distúrbios de sono há aproximadamente 2 meses. Refere também alterações do apetite e sentimentos frequentes de culpa e desesperança. Nega pensamentos suicidas ou histórico psiquiátrico prévio. Durante a consulta, a equipe identifica fatores de risco psicossociais, incluindo sobrecarga familiar, desemprego recente e pouco apoio social. A unidade dispõe de instrumentos de triagem de saúde mental, como o PHQ-9, mas não tem psiquiatra em regime de atendimento contínuo.
Considerando os princípios da Atenção Primária à Saúde, as diretrizes do Ministério da Saúde para saúde mental na APS, e o manejo baseado em evidências, qual a conduta mais adequada?
Um homem de 61 anos procura uma Unidade Básica de Saúde relatando mal-estar há cerca de 90 minutos, com dor epigástrica em pressão, irradiando para dorso, associada a sudorese fria e náuseas. É hipertenso, diabético tipo 2 e tabagista. Nega dor torácica típica no momento da consulta. Ao exame: PA 150/95 mmHg, FC 96 bpm, SatO₂ 96% em ar ambiente, ausculta cardíaca sem sopros, pulmões sem estertores. A UBS dispõe de eletrocardiograma (ECG), mas não realiza dosagem de troponina. O ECG mostra: infradesnivelamento de segmento ST de 1 mm em DII, DIII e aVF, com inversão de onda T em V4–V6.

Qual a conduta diagnóstica mais adequada nesse cenário?
Um homem de 34 anos procura a Unidade Básica de Saúde relatando dor epigástrica há 3 meses, em queimação, com alívio parcial após alimentação e recorrência noturna. Refere uso diário de anti-inflamatório não esteroidal (AINE) há mais de 1 ano por lombalgia crônica, sem prescrição regular. Nega perda ponderal, vômitos persistentes, hematêmese ou melena. Ao exame físico, apresenta dor à palpação profunda em epigástrio, sem sinais de peritonite.

A UBS dispõe de teste não invasivo para Helicobacter pylori, mas o acesso à endoscopia digestiva alta é restrito e regulado. Considerando os princípios da Atenção Primária à Saúde, o manejo ambulatorial baseado em evidências e as recomendações clássicas da literatura de Medicina de Família e Comunidade, qual é a conduta mais adequada neste momento?
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