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Mãe traz criança de três anos para avaliação na Unidade Básica de Saúde, com resultado de exame parasitológico de fezes com presença de giardíase.
O tratamento que deve ser prescrito nessa situação é
Mulher, 65 anos de idade, aposentada, viúva há dois anos. Refere que com a pandemia do COVID-19, e todo o distanciamento social necessário, passou a se sentir muito triste, sem vontade de levantar da cama e fazer suas atividades cotidianas. Piora progressiva nos últimos 6 meses. Por vezes pensa que não tem mais motivo para viver, teve ideação suicida, mas nunca fez planos. História de glaucoma de ângulo estreito. Mora sozinha. Nega etilismo ou tabagismo.
A droga de escolha para o tratamento da paciente é 
Paciente com 70 anos, chega na Unidade Básica de Saúde (UBS) para mostrar resultado de exames de rotina. Sem história de patologias prévias ou uso de medicamentos. Sedentário, IMC: 34 kg/m2. Nega tabagismo ou etilismo. Resultado de exames: Colesterol total: 140 mg/dL; HDL: 39 mg/dL; triglicerídeos: 114 mg/dL; creatinina: 0,8 mg/dL; potássio: 4,6 mEq/L; glicemia de jejum: 154 mg/dL.
A conduta a ser seguida para confirmação do diagnóstico de diabetes é
Médico acaba de fazer diagnóstico de hipertensão arterial em seu paciente da Unidade Básica de Saúde. A seguir, deve fazer rastreamento para hipertensão secundária e avaliação de dano em órgãos-alvo através de solicitação de exames complementares. 
Os exames complementares mínimos para esse rastreamento são:

As vestibulopatias são causas frequentes de consulta na Atenção Primaria à Saúde (APS).

A vestibulopatia mais comum na APS é