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Uma mulher de 32 anos com episódios de dor abdominal há 6 meses se consulta na unidade de saúde.
Pensando em cálculo biliar sintomático, sua especial atenção na entrevista deve ser para:
Mulher de 54 anos vem para uma consulta de checkup. Muito preocupada com doenças, ela pediu a um amigo médico que solicitasse exames gerais – “pedi exames de tudo”. Traz consigo uma pasta de exames solicitados pelo amigo: hemograma, bioquímica, eletrólitos, VHS, colesterol, exames de função tireoideana e hepática, microscopia de urina com exame do sedimento urinário. Todos sem alterações. O amigo médico solicitou ainda urocultura, com resultado de > 105 UFC/mL de Klebsiella oxytoca. Esse resultado a preocupou mais ainda, mesmo ela não tendo apresentado nenhum sintoma de infecção urinária no último ano. 
Você, então:
Mulher de 42 anos há 3 dias com disúria, polaciúria, dor no flanco direito, febre, calafrios, náuseas. Vomitou hoje, pela manhã. Menstruou há 2 semanas. FC: 88 bpm, FR: 16 ipm. PA: 130 x 80 mmHg. Sem outros dados importantes de história e exame físico.

Você, então:
Uma mulher de 30 anos relata que, há 3 dias, vem apresentando sensação de queimação ao urinar, tem urinado várias vezes em pequena quantidade e tem sentido desconforto na região inferior do abdômen. Não relata corrimento nem sintomas vaginais. Teve sintomas semelhantes há 1 ano, quando recebeu tratamento para infecção urinária. Última menstruação há 3 semanas. Saudável, não usa qualquer medicação diariamente. Exame físico sem nenhuma particularidade.

Sua conduta deve ser:
Uma senhora de 78 anos, hipertensa em uso de hidroclorotiazida 25 mg/d, consulta-se no seu controle habitual. Está totalmente assintomática.

Buscando as lesões de órgãos-alvo que a HAS pode causar, devemos estar atentos, no exame físico: