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Um homem trans de 44 anos, com vida sexual ativa com parceiros cisgêneros e sem comorbidades, procura a Unidade de Saúde da Família (USF) para consulta de rotina. Ele relata ter evitado o serviço de saúde nos últimos anos por receio de sofrer discriminação.
Considerando o enunciado, a conduta CORRETA é:
Mulher, 34 anos, comparece com queixas inespecíficas de cefaleia e insônia. Durante a consulta, relata, com hesitação, agressões verbais e físicas do companheiro há 2 anos. Encontra-se desempregada e depende financeiramente dele.
A conduta mais completa, considerando os determinantes sociais, é:
Um Médico de Unidade de Saúde da Família (USF), ao assumir a função de Responsável Técnico (RT), realiza o diagnóstico do processo de trabalho local e identifica que a assistência é prestada de forma fragmentada. Visando reverter esse cenário, o médico elabora um plano de ação.
De acordo com as diretrizes de organização do trabalho coletivo na Atenção Primária, a modalidade de equipe que o profissional busca alcançar com esse plano, denomina-se:
Uma médica de família atende um paciente de 58 anos com risco cardiovascular de 12% em 10 anos. Ao discutir a introdução de estatina para prevenção primária, a profissional fundamenta sua conduta no modelo da Prática Baseada em Evidências (PBE).
Nesse contexto, a médica deve:
Um homem de 72 anos, hipertenso e diabético em uso regular de medicação, solicita em consulta de rotina a repetição de exames (Vitamina D e Ultrassonografia de abdome) realizados há 6 meses com resultados normais. O paciente está assintomático e o exame físico é estável. Pautado na Prevenção Quaternária e no manejo do risco de iatrogenia, qual deve ser a conduta do médico da Unidade de Saúde da Família?