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Mulher de 34 anos, em consulta, relata ao médico de família tristeza, insônia e medo constante. Revela estar, há anos, em relacionamento abusivo que envolve agressões psicológicas, manipulação financeira e episódios recentes de violência física cometida pelo parceiro. Afirma não desejar romper imediatamente o relacionamento por preocupação quanto à sua segurança e à possibilidade de agravamento de sua situação financeira.

Considerando-se o planejamento de ações e intervenções centradas na singularidade da pessoa assistida, são condutas adequadas nessa situação
Menino de 1 ano é levado pelos pais para consulta de puericultura em Unidade Básica de Saúde. Eles referem preocupação com a vacina tríplice viral e informam que a criança apresentou reações leves após receber aplicações de outras vacinas. Relatam também que, pesquisando sobre o tema em redes sociais, assistiram a vídeos que associavam a vacina tríplice viral ao desenvolvimento do transtorno do espectro autista (TEA). Receosos, hesitam em imunizar o filho.

Qual é a abordagem a ser realizada com esses pais?
Uma equipe da atenção primária à saúde acolhe uma mulher de 42 anos cuja casa foi destruída há 3 dias, após um desastre natural. Ela afirma estar bastante angustiada e desesperançosa, com sono entrecortado e pesadelos. Refere, ainda, choro recorrente, inapetência e dificuldade de concentração. Relata que, apesar de tudo isso, os filhos lhe dão “força para seguir adiante” e nega pensamentos de morte ou ideação suicida.

Além de abrigo, alimentação e abastecimento de água, que ações, no âmbito da saúde, devem ser inicialmente oferecidas a essa paciente?
Uma equipe de saúde da família observa um aumento de crises hipertensivas entre pacientes diagnosticados com hipertensão arterial sistêmica acompanhados pela equipe nos últimos 3 meses. A revisão dos dados revela redução da adesão aos grupos educativos sobre hipertensão, diminuição nos registros de pressão arterial e menor comparecimento às consultas programadas. As visitas domiciliares estão aquém do necessário, devido à redução do número de agentes comunitários no território.

Qual é a medida prioritária a ser adotada pela equipe de saúde para solucionar essa situação na atenção primária?
Estudante de 17 anos comparece espontaneamente a uma Unidade Básica de Saúde com relato de tristeza e dificuldade de relacionamento com os pais. Refere que já pensou em “sumir” depois da última briga em casa, mas nega intenção ou planejamento suicida, afirmando que não quer morrer, “só queria que esse sentimento ruim passasse”. Segundo seu relato, perdeu interesse nas atividades do dia a dia e, nos últimos meses, passou a maior parte do tempo em seu quarto, mas tem mantido sono regular, apetite inalterado, bom desempenho escolar, além de funcionalidade preservada. Afirma não usar substâncias psicoativas e nega comportamentos autolesivos ou tentativas de suicídio anteriores.

Considerando o quadro apresentado e o manejo na atenção primária, a conduta inicial para esse paciente é