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Cecília,10 anos, procura atendimento na UBS por apresentar alguns episódios de epistaxe nos últimos dois meses. Mãe nega história de hematomas ou sangramentos.
Durante o exame apresenta epistaxe moderada, sugerindo sangramento anterior.

Qual deve ser a conduta inicial do médico da UBS?
Mariana estava gestante com 34 semanas quando foi diagnostica com Tuberculose. Iniciou o tratamento medicamentoso imediato. Quando completou 39 semanas, entrou em trabalho de parto, dando à luz por parto vaginal.
Sabendo que há três semanas atrás, Mariana tinha realizado exame de escarro com resultado negativo, qual deve ser a orientação em relação ao aleitamento materno?
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O MFC da UBS Santa Rita foi solicitado para realizar visita domiciliar de uma paciente. Dona Aurélia,73 anos, acamada há 5 anos, após acidente vascular encefálico isquêmico, levando a hemiplegia a D, disartria e disfagia, necessitando do uso de gastrostomia para realização de dieta enteral.
A mesma vem queixando de constipação há 10 dias acompanhada de distensão abdominal. Nega febre, nega vômitos.
Atualmente faz uso de Losartana 50mg 12/12h, AAS 100mg 1 cp após almoço, Sinvastatina 20mg 1cp após jantar e Amitriptilina 25mg 1cp a noite.
Ao exame físico apresenta abdome distendido, dolorido a palpação profunda, sem sinais de irritação peritoneal, ruídos hidroaéreos presentes.

Diante desse caso, qual a melhor conduta imediata a ser realizada pelo MFC?
Margarida tem 30 anos e comparece pela segunda vez na UBS devido a uma queixa de dor em ombro direito. Relata que vem fazendo uso da medicação anti-inflamatória que foi prescrita anteriormente, mas não está percebendo melhora. Trabalha como secretária em um escritório de contabilidade e passa bastante tempo utilizando o computador. Também relata que joga vôlei aos finais de semana há 2 meses, porém nega traumas associados. Gostaria de realizar um exame para saber o que está acontecendo.
Ao exame físico não foi identificado alterações.

Diante desse caso, o que poderia ser feito?
Joana,36 anos, procura atendimento na UBS com o MFC, relatando nos últimos 8 meses vem apresentando episódios de dor no peito tipo pontada, coração acelerado e falta de ar. Diz que passou por consulta com Cardiologista, realizou exames do coração e ele disse que ela não tinha nada. Há 2 dias buscou atendimento na UPA com uma dor no peito tão forte, que achou que estava morrendo. O médico do pronto atendimento a examinou e também disse que ela não tinha nada.
Ela se encontra angustiada pois continua sentindo a dor e quando lembra que precisa trabalhar para sustentar a família, pois está separada há 1 ano, a dor sempre piora.

Em relação ao caso acima descrito, qual seria a conduta adequada?