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Diante do caso, assinale a alternativa que apresenta a conduta correta.
Na mesma UBS, a equipe identifica aumento de casos de baixo peso em crianças menores de dois anos e atraso nas consultas de puericultura. Após discussão, decidem revisar o acompanhamento das famílias e intensificar visitas domiciliares, priorizando ações de orientação alimentar e de estímulo ao aleitamento materno. Essa conduta está alinhada à política de atenção integral à saúde da criança, pois 
Um homem de 68 anos, ex-tabagista com carga tabágica de 40 maços-ano, procura o ambulatório com queixas de tosse crônica produtiva, dispneia aos esforços moderados e episódios esporádicos de sibilância. No exame físico, apresenta tórax em “barril”, murmúrio vesicular globalmente diminuído e leve uso de musculatura acessória. A espirometria pósbroncodilatador revela:
VEF?/CVF = 0,62 VEF? = 47% do previsto Tendo como base os critérios de gravidade funcional da DPOC (GOLD 1–4), o estadiamento correto para este paciente é:
Mulher, 52 anos de idade, procura a atenção primária com queixas de fogachos frequentes, sudorese noturna e alterações de sono, com ciclos menstruais regulares e volumosos. Qual deve ser a abordagem mais apropriada para o manejo inicial dessa paciente, conforme as diretrizes do Ministério da Saúde?
Em relação às modalidades de Atenção Domiciliar (AD), analise os casos de dois pacientes, ambos com necessidade de cuidados multiprofissionais.
Sr. José, 69 anos de idade, com DPOC crônico agudizado em uso de ventilação mecânica não invasiva; e a Sra. Maria, 57 anos de idade, diabética, restrita ao leito por sequela de uma Acidente Vascular Cerebral há 2 anos, com necessidade de tratamento parenteral.
Esses pacientes têm indicação das modalidades de AD, respectivamente: