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Um homem de 61 anos procura uma Unidade Básica de Saúde relatando mal-estar há cerca de 90 minutos, com dor epigástrica em pressão, irradiando para dorso, associada a sudorese fria e náuseas. É hipertenso, diabético tipo 2 e tabagista. Nega dor torácica típica no momento da consulta. Ao exame: PA 150/95 mmHg, FC 96 bpm, SatO₂ 96% em ar ambiente, ausculta cardíaca sem sopros, pulmões sem estertores. A UBS dispõe de eletrocardiograma (ECG), mas não realiza dosagem de troponina. O ECG mostra: infradesnivelamento de segmento ST de 1 mm em DII, DIII e aVF, com inversão de onda T em V4–V6.
Qual a conduta diagnóstica mais adequada nesse cenário?
Qual a conduta diagnóstica mais adequada nesse cenário?
Um homem de 34 anos procura a Unidade Básica de Saúde relatando dor epigástrica há 3 meses, em queimação, com alívio parcial após alimentação e recorrência noturna. Refere uso diário de anti-inflamatório não esteroidal (AINE) há mais de 1 ano por lombalgia crônica, sem prescrição regular. Nega perda ponderal, vômitos persistentes, hematêmese ou melena. Ao exame físico, apresenta dor à palpação profunda em epigástrio, sem sinais de peritonite.
A UBS dispõe de teste não invasivo para Helicobacter pylori, mas o acesso à endoscopia digestiva alta é restrito e regulado. Considerando os princípios da Atenção Primária à Saúde, o manejo ambulatorial baseado em evidências e as recomendações clássicas da literatura de Medicina de Família e Comunidade, qual é a conduta mais adequada neste momento?
A UBS dispõe de teste não invasivo para Helicobacter pylori, mas o acesso à endoscopia digestiva alta é restrito e regulado. Considerando os princípios da Atenção Primária à Saúde, o manejo ambulatorial baseado em evidências e as recomendações clássicas da literatura de Medicina de Família e Comunidade, qual é a conduta mais adequada neste momento?
Uma mulher de 79 anos, acamada há 10 meses após AVC isquémico extenso, em cuidados domiciliares pela Equipe de Saúde da Família, apresenta dependência total para atividades de vida diária, disfagia, incontinência urinária e fecal, e desnutrição moderada (IMC 18,1 kg/m²). Reside com filha cuidadora principal, com dificuldade de manejo diário e limitações socioeconômicas.
Durante visita domiciliar, a equipe identifica lesão por pressão em região sacral, com as seguintes características:
• Perda total da espessura da pele, com exposição de tecido subcutâneo
• Presença de esfacelo em cerca de 60% do leito
• Exsudato moderado, seropurulento
• Bordas irregulares, maceradas
• Odor discreto
• Dor intensa à manipulação
• Pele perilesional hiperemiada
• Ausência de sinais sistêmicos de infecção
Considerando o caso acima, qual é a conduta terapêutica mais adequada pela equipe de saúde no domicílio?
Durante visita domiciliar, a equipe identifica lesão por pressão em região sacral, com as seguintes características:
• Perda total da espessura da pele, com exposição de tecido subcutâneo
• Presença de esfacelo em cerca de 60% do leito
• Exsudato moderado, seropurulento
• Bordas irregulares, maceradas
• Odor discreto
• Dor intensa à manipulação
• Pele perilesional hiperemiada
• Ausência de sinais sistêmicos de infecção
Considerando o caso acima, qual é a conduta terapêutica mais adequada pela equipe de saúde no domicílio?
Um homem de 58 anos, acompanhado na Unidade de Saúde da Família, hipertenso e diabético tipo2, ex-etilista pesado (cessou há 3 anos), procura consulta por fadiga progressiva, distensãoabdominal intermitente e edema de membros inferiores há 2 meses. Relata redução do apetite eperda ponderal discreta. Ao exame físico: telangiectasias em face e tronco, eritema palmar, fígadopalpável a 3 cm do rebordo costal direito, baço palpável e ascite de pequeno volume. Pressãoarterial 110/70 mmHg, FC 88 bpm.
Exames laboratoriais solicitados na APS mostram:
• AST: 78 U/L
• ALT: 52 U/L
• FA: 180 U/L
• BT: 2,1 mg/dL (BD: 1,3 mg/dL)
• Albumina: 2,9 g/dL
• INR: 1,6
• Plaquetas: 92.000/mm³
Considerando a principal hipótese diagnóstica, qual a conduta mais adequada?
Exames laboratoriais solicitados na APS mostram:
• AST: 78 U/L
• ALT: 52 U/L
• FA: 180 U/L
• BT: 2,1 mg/dL (BD: 1,3 mg/dL)
• Albumina: 2,9 g/dL
• INR: 1,6
• Plaquetas: 92.000/mm³
Considerando a principal hipótese diagnóstica, qual a conduta mais adequada?
Um homem de 42 anos, previamente hígido, procura a Unidade de Saúde da Família com tosse produtiva há 6 semanas, perda de 6 kg, sudorese noturna e febre vespertina. A baciloscopia do escarro é positiva (2+). O teste rápido molecular para tuberculose (TRM-TB) detecta Mycobacterium tuberculosis, sem resistência à rifampicina. Radiografia de tórax mostra infiltrado cavitário no lobo superior direito. Não há comorbidades, uso prévio de tuberculostáticos ou contraindicações medicamentosas. Qual a conduta terapêutica mais adequada?