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Uma paciente de 29 anos, previamente hígida, desenvolve um quadro subagudo de neurite óptica no olho direito, com dor à movimentação ocular e perda visual significativa, que melhora parcialmente após pulsoterapia. Dois meses depois, ela apresenta um episódio de soluços incoercíveis e vômitos persistentes por uma semana, sem causa gastrointestinal aparente, associado a uma discreta fraqueza nos membros inferiores. A ressonância magnética de neuroeixo evidencia uma lesão captante de contraste na área postrema do tronco cerebral e ausência de lesões periventriculares ou justacorticais típicas de esclerose múltipla. A análise do líquido cefalorraquidiano não mostra bandas oligoclonais. Diante deste quadro clínico-radiológico, a investigação sorológica mais direcionada para confirmar a principal hipótese diagnóstica é a pesquisa de:
Uma médica da Estratégia de Saúde da Família acompanha um paciente de 65 anos com diabetes mellitus tipo 2 há mais de 10 anos. Durante uma consulta, o paciente apresenta uma queixa dermatológica nova. A médica realiza a avaliação inicial, formula uma hipótese diagnóstica e, por necessitar de confirmação, o encaminha para o dermatologista da rede. Após a consulta especializada, o paciente retorna à unidade com o laudo e a prescrição do especialista, e a médica de família assume a continuidade do tratamento, integrando as novas orientações ao plano de cuidados já existente. A ação da médica de família de acompanhar o paciente, organizar o fluxo na rede e manter a responsabilidade pelo seu cuidado, mesmo após o encaminhamento, exemplifica qual atributo essencial da Atenção Primária à Saúde?
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O manejo dos transtornos de ansiedade na Atenção Primária à Saúde envolve abordagens farmacológicas e não farmacológicas. Qual das seguintes classes de medicamentos é considerada a terapia farmacológica de primeira linha para o tratamento a longo prazo do Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)? 
Mulher de 58 anos é avaliada por ressecamento e prurido vaginal leves no último ano. Ela tem relações sexuais que se tornaram um pouco dolorosas (dispareunia). Ela não apresenta sangramento ou corrimento vaginal, nem sintomas urinários. Sua última menstruação foi há 6 anos. Seu histórico médico não apresenta outras particularidades e ela não toma medicamentos. Ao exame genital, nota-se discreto ressecamento e mucosa vaginal pálida com ausência de rugosidade. O colo do útero tem aparência normal. O toque bimanual é normal. O pH vaginal é de 5,5. O exame microscópico a fresco do conteúdo vaginal é normal. Não há hifas no preparado com hidróxido de potássio. Nessa paciente, a conduta inicial correta é
O médico está cuidando de uma mulher de 40 anos com dor lombar crônica sem déficits neurológicos. Ela diz ter tentado terapias convencionais, incluindo medicamentos anti-inflamatórios e fisioterapia, mas obteve apenas uma melhora mínima. Ela pergunta sobre a acupuntura como opção de tratamento. Com base em evidências e diretrizes de prática clínica, assinale a alternativa correta para esse cenário descrito.