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Um paciente com paralisia cerebral espástica apresenta dificuldades significativas na realização de movimentos finos e na manutenção do equilíbrio durante a marcha. O fisioterapeuta, ao avaliar a criança, observa padrões de movimento alterados e espasticidade em membros inferiores. A intervenção fisioterapêutica deve focar em estratégias que promovam o controle motor e a funcionalidade.
Uma criança de 8 anos, diagnosticada com paralisia cerebral tetraplégica espástica, necessita de acompanhamento contínuo para otimizar seu desenvolvimento e qualidade de vida. A família busca estratégias que promovam a inclusão e a autonomia da criança em diferentes ambientes. Considerando os modelos alternativos de atenção à saúde das pessoas com deficiência, assinale a alternativa que melhor representa uma abordagem centrada na pessoa e em sua rede de apoio, promovendo a participação social e a acessibilidade.
Em uma discussão sobre modelos alternativos de atenção à saúde das pessoas deficientes, um grupo de profissionais de saúde apresentou diferentes abordagens para garantir a inclusão e o acesso a serviços de saúde. Considerando as práticas recomendadas, assinale a alternativa que melhor descreve um aspecto importante desse modelo de atenção.