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No processo de Renovação do Serviço Social brasileiro, notadamente marcado pelo período da Reconceituação da América Latina a partir dos anos de 1965, caracteriza-se a necessidade da laicização da profissão, a interlocução com as ciências sociais, possibilitando a constituição de uma de suas vertentes, a “intenção de ruptura” com o tradicionalismo profissional. Barroco (2012) assinala que um dos seguintes elementos instaurados nesse processo contribuiu significativamente com essa renovação: 
O movimento de renovação do Serviço Social, em sua expressão modernizadora, buscou o fortalecimento técnico da profissão, a partir da influência do perfil tecnocrático das Ciências Sociais estadunidense e apropriando-se de aportes teóricos 

A institucionalização do Serviço Social decorre da especialização do trabalho coletivo na fase monopolista do capital, desempenhando funções subsidiárias no exercício do controle social e na difusão da ideologia dominante junto à classe trabalhadora. Ao longo da sua trajetória, contudo, o Serviço Social direcionou o seu projeto profissional para o fortalecimento das lutas da classe trabalhadora.


A identificação dessas funções no cotidiano requer, por parte do(a) profissional de Serviço Social, compreender que o(a)

Representou não só uma virada naquela situação específica, mas em todo o universo profissional. Simbolicamente tivemos uma virada contra o conservadorismo, que se expandiu continuadamente em nosso universo profissional, tendo fortes rebatimentos na década de 1980 até os dias atuais. Posto isto, podemos afirmar que o fragmento faz referência: 
Existe uma distinção entre a compreensão tradicional do “fazer profissional” do Serviço Social como “prática” e do seu entendimento como “processo de trabalho”. Ao proceder apenas uma mudança terminológica de “prática profissional” para “processo de trabalho do assistente social”, sem uma compreensão teórico-conceitual, reitera-se o viés liberal de pensar a prática como atividade do indivíduo isolado.
Nessa lógica de classificação dos elementos do trabalho como um “modelo universal”, a tendência é pensar o fazer profissional do assistente social no seu circuito interno, ou seja, o “seu” processo de trabalho é deslocado das bases sociais de sua realização e tratado ao nível