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PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil Contemporâneo: colônia. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1999., p. 341.
Caio Prado Júnior compreende não ter havido, no Brasil, uma ruptura com o passado colonial. Nesses termos, no que se refere à relação de trabalho, resta evidente
Leia este texto.
De acordo com Linda Rubim (2005), para que um sistema cultural se desenvolva em plenitude, é preciso atualizar, complementar e complexificar as atividades e práticas sociais necessárias e essenciais a ele. Para a autora, “além da diferenciação e especialização das atividades, desenvolvidas através do processo de divisão social do trabalho, que acompanha - em sentido negativo ou positivo - a história da sociedade humana, será preciso que tais atividades, agora autonomizadas, ganhem distinção social. Isto é, sejam reconhecidas pela sociedade como atividades diferenciadas e especializadas”. RUBIM, Linda. Produção cultural. In:
RUBIM, Linda (Org.). Organização e produção da cultura. Salvador: DUFBA; FACOM/ CULT, 2005, p. 16. [Fragmento]
A partir das ideias desse texto, relacione as atividades e práticas sociais concernentes a um sistema cultural (coluna I) aos tipos de profissionais e agentes característicos de tais atividades e práticas (coluna II).

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
I.Uberização refere-se a um fenômeno mais amplo de transformação das relações trabalhistas por meio de plataformas digitais. Este processo caracteriza-se pela transferência de riscos e custos operacionais para trabalhadores formalmente autônomos, criando novas formas de subordinação mediadas por algoritmos.
II.A uberização do trabalho tem gerado uma série de debates críticos, sobretudo em relação à precarização das relações de trabalho, uma vez que os trabalhadores, embora subordinados às plataformas digitais, não possuem vínculo formal de emprego nem acesso a direitos trabalhistas básicos.
III.No Brasil, a uberização manifesta-se em diversos setores (transporte, entrega, limpeza, cuidados) e representa fundamentalmente um modelo de economia colaborativa que promove relações horizontais entre usuários, trabalhadores e plataformas digitais.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
(MOURA, Flávia de Almeida; SOUSA, Joyce Érica Amaral; MELO, Rafael Passos de. Migração e pobreza: notas sobre o trabalho escravo contemporâneo na baixada maranhense. São Luís: EDUFMA, 2022, p.168)
O Maranhão carrega o deplorável título de maior fornecedor de mão de obra submetida a condições análogas à escravidão. A busca desses trabalhadores em situações, muitas vezes precárias, explica-se pela (o):