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Hipoteticamente, uma soldada da PM, de 32 anos, comparece ao serviço de saúde ocupacional com dor lombar direita de início súbito, em cólica, irradiada para a região inguinal ipsilateral, associada a náuseas. Refere que, devido à escala operacional recente, teve baixa ingestão hídrica e restrição prolongada ao uso de sanitários. Ao exame, apresenta sinal de Giordano positivo à direita e temperatura axilar de 37,2 ºC. Exame de urina: hematúria microscópica, leucocitúria discreta (5–10 leucócitos por campo), nitrito negativo e ausência de bacteriúria significativa. Função renal preservada.

Considerando os diagnósticos diferenciais e os fatores ocupacionais envolvidos, assinale a alternativa correta.
Mulher de 64 anos é atendida com queixas de disúria e polaciúria intensa há 3 dias, sem corrimento vaginal ou prurido vulvar. O exame de urina mostra marcada leucocitúria, sem hematúria, e uma amostra é enviada para urocultura, que está pendente. O histórico é relevante para hipertensão arterial, doença renal crônica em estágio 4 e diabetes mellitus tipo 2, mas não lembra o nome dos medicamentos que usa. O tratamento com trimetoprima-sulfametoxazol é iniciado. Cerca de 72 horas após, ela evolui com letargia e fraqueza nos braços e nas pernas. Glicemia capilar: 172 mg/dL.

Considerando a principal hipótese diagnóstica acerca dessa evolução, a alteração laboratorial mais provável nessa paciente é
Mulher de 72 anos procura atendimento médico com queixa de uma semana de vômitos e diarreia. Esses sintomas tiveram início após ela ter ido ao dentista para procedimento de canal dentário infectado. A paciente também se queixa de tonturas ao ficar em pé. O familiar refere que ela evoluiu com sonolência, lentificação e fala arrastada. Ao exame físico: afebril; corada; eupneica; frequência cardíaca: 94 bpm; pressão arterial: 85 x 40 mmHg; discreto edema facial à esquerda (ipsilateral ao canal feito). Exames séricos: plaquetas: 364.000/mm3; sódio: 123 mEq/L; creatinina: 1,39 mg/dL; proteína C reativa elevada.

Com maior probabilidade, o diagnóstico é:
Homem de 72 anos, com doença renal crônica e câncer metastático em fase terminal, procura o pronto-socorro com dor crônica, mas ainda sem uso de opioide. A depuração de creatinina atual é de 16 mL/min/1,73 m2. Ele foi medicado por via parenteral com melhora do quadro após algumas horas, sendo programada alta para o ambulatório de dor.

Nesse momento, constitui a medicação analgésica mais apropriada a ser iniciada:
Mulher de 64 anos é atendida com queixas de disúria e polaciúria intensa há 3 dias, sem corrimento vaginal ou prurido vulvar. O exame de urina mostra marcada leucocitúria, sem hematúria, e uma amostra é enviada para urocultura, que está pendente. O histórico é relevante para hipertensão arterial, doença renal crônica em estágio 4 e diabetes mellitus tipo 2, mas não lembra o nome dos medicamentos que usa. O tratamento com trimetoprima-sulfametoxazol é iniciado. Cerca de 72 horas após, ela evolui com letargia e fraqueza nos braços e nas pernas. Glicemia capilar: 172 mg/dL.

Considerando a principal hipótese diagnóstica acerca dessa evolução, a alteração laboratorial mais provável nessa paciente é