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Homem de 68 anos de idade, com hipertensão arterial sistêmica,
diabetes Mellitus tipo 2 e doença arterial coronariana, é
internado por síndrome coronariana aguda e submetido a
cineangiocoronariografia por via femoral, seguida de intervenção
coronariana percutânea. Durante o procedimento, é descrita
aterosclerose extensa e calcificada da aorta abdominal e das
artérias ilíacas.
Quatro dias após o procedimento, apresenta redução progressiva
do volume urinário e dor nos membros inferiores. Encontra-se
afebril, com pressão arterial de 148/88 mmHg e frequência
cardíaca de 78 bpm. Ao exame dos membros inferiores,
observam-se áreas de livedo reticular e coloração violácea
dolorosa em pododáctilos bilateralmente. Os pulsos pediosos e
tibiais posteriores são palpáveis e simétricos.
Os exames laboratoriais revelam: Creatinina sérica: 3,1 mg/dL,
com valor prévio de 1,1 mg/dL; Ureia sérica: 112 mg/dL;
Leucócitos: 9.400/mm³, com 11% de eosinófilos; Exame de urina
(EAS): proteinúria discreta e hematúria microscópica, sem
cilindros hemáticos.
Considerando a principal hipótese diagnóstica para a disfunção renal apresentada, assinale a opção que indica corretamente a conduta inicial e o achado histopatológico renal característico.
Considerando a principal hipótese diagnóstica para a disfunção renal apresentada, assinale a opção que indica corretamente a conduta inicial e o achado histopatológico renal característico.
A conduta terapêutica inicial mais adequada para o caso, entre as citadas a seguir, seria:
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Considerando a história e o eletrocardiograma, o diagnóstico subjacente mais provável do quadro, entre as opções a seguir, é
Mulher de 76 anos, com hipertensão arterial sistêmica,
obesidade grau I e doença renal crônica estágio G3a, sem
diagnóstico de diabetes Mellitus, é internada pela segunda vez
em 8 meses por dispneia progressiva, ortopneia e edema de
membros inferiores. Na admissão, apresentava estertores
bibasais, turgência jugular e congestão pulmonar à radiografia de
tórax.
Após tratamento com furosemida intravenosa, evolui com resolução da congestão e encontra-se clinicamente estável, em programação de alta hospitalar. Antes da internação, apresentava dispneia aos esforços habituais, compatível com classe funcional III da NYHA.
Ecocardiograma demonstra fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 60%, hipertrofia ventricular esquerda concêntrica, volume atrial esquerdo indexado de 45 mL/m², relação E/e' média de 17 e ausência de valvopatia significativa.
Na alta, apresenta: PA: 126/72 mmHg; FC: 68 bpm, ritmo sinusal; Hemoglobina: 12,4 g/dL; Sódio: 138 mEq/L; Potássio: 5,2 mEq/L; Creatinina: 1,3 mg/dL; TFGe: 44 mL/min/1,73 m²; Glicemia de jejum: 96 mg/dL; HbA1c: 5,8%; NT proBNP: 1.480 pg/mL.
Encontra-se euvolêmica e recebe valsartana para controle da hipertensão arterial, além de furosemida oral em dose ajustada para manutenção da euvolemia.
Considerando o diagnóstico, os exames laboratoriais e o objetivo de reduzir o risco de novos eventos de insuficiência cardíaca, assinale a conduta farmacológica, associada ao respectivo mecanismo de ação, mais apropriada nesse momento.
Após tratamento com furosemida intravenosa, evolui com resolução da congestão e encontra-se clinicamente estável, em programação de alta hospitalar. Antes da internação, apresentava dispneia aos esforços habituais, compatível com classe funcional III da NYHA.
Ecocardiograma demonstra fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 60%, hipertrofia ventricular esquerda concêntrica, volume atrial esquerdo indexado de 45 mL/m², relação E/e' média de 17 e ausência de valvopatia significativa.
Na alta, apresenta: PA: 126/72 mmHg; FC: 68 bpm, ritmo sinusal; Hemoglobina: 12,4 g/dL; Sódio: 138 mEq/L; Potássio: 5,2 mEq/L; Creatinina: 1,3 mg/dL; TFGe: 44 mL/min/1,73 m²; Glicemia de jejum: 96 mg/dL; HbA1c: 5,8%; NT proBNP: 1.480 pg/mL.
Encontra-se euvolêmica e recebe valsartana para controle da hipertensão arterial, além de furosemida oral em dose ajustada para manutenção da euvolemia.
Considerando o diagnóstico, os exames laboratoriais e o objetivo de reduzir o risco de novos eventos de insuficiência cardíaca, assinale a conduta farmacológica, associada ao respectivo mecanismo de ação, mais apropriada nesse momento.
Homem de 59 anos com doença renal crônica apresenta fraqueza
e palpitações. Potássio é 7,2 mEq/L. O eletrocardiograma mostra
ondas T apiculadas difusas, alargamento do QRS e redução da
amplitude da onda P. Está hemodinamicamente estável.
A sequência terapêutica imediata mais adequada é
A sequência terapêutica imediata mais adequada é
