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Para manter a estabilidade clínica do paciente e a viabilidade do transplante, é necessário controle rigoroso da pressão arterial, com a manutenção da pressão arterial em níveis normais ou em níveis inferiores ao da normalidade para a idade do paciente.
Entre as complicações imediatas do transplante renal inclui-se a trombose vascular, que exige a prescrição de profilaxia quando o doador for menor de cinco anos de idade, o receptor pesar menos de 15 kg, o rim for oriundo do banco de rim, houver histórico de lesão arterial ou venosa do enxerto na retirada do órgão ou no ato cirúrgico.
A prescrição de imunossupressor deve ser iniciada antes do transplante renal, em caso de doador falecido, ou no momento da indução anestésica, em caso de doador vivo relacionado.
O preparo do paciente receptor é fundamental para o sucesso do procedimento de transplante renal: a hidratação e(ou) o estado de hipervolemia e o peso do paciente aferido no momento da internação são os dois principais parâmetros para avaliar a necessidade de procedimento dialítico pré-transplante.
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A nefropatia induzida por contraste pode variar de leves alterações da função renal até insuficiência renal aguda, manifestando-se por elevação da creatinina sérica em até oito dias após a injeção do contraste.