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A estenose subglótica está presente quando o diâmetro do espaço subglótico é menor que 3,5 mm no recém- -nascido, caracterizada por um espessamento anormal dos tecidos moles da região subglótica e, algumas vezes, também nas pregas vocais, ou pelo pequeno diâmetro de cartilagem cricoide, que pode levar à obstrução aérea em recém-nascidos. Em casos menos severos, a alteração pode se manifestar nos seis primeiros meses de vida, quando a necessidade de ventilação é maior em função da maior atividade da criança.

O sintoma mais comum costuma ser a

Sobre a estimulação de bebês, é INCORRETO afirmar que:

São considerados neonatos ou lactentes com indicadores de risco para deficiência auditiva, EXCETO, aqueles que apresentarem os seguintes fatores em suas histórias clínicas (JCIH, 2007; LEWIS et al., 2010). 
Na triagem auditiva neonatal a realização de Emissões Otoacústicas Evocadas (EOAE) é realizada antes da alta hospitalar. Caso não se obtenha resposta satisfatória o registro das EOAE é retestado. Na persistência da falha, deve-se realizar o Peate-Automático ou em modo triagem, em 35 dBnNA, antes da alta. Assinale a alternativa que corresponde ao tempo estimado para o reteste.
A implantação de programas de Triagem Auditiva Neonatal Universal (TANU) é uma forma de viabilizar o diagnóstico precoce da deficiência auditiva, a fim de minimizar os efeitos negativos no desenvolvimento infantil. Quanto mais cedo for realizado o diagnóstico da deficiência auditiva, seguido da adaptação de dispositivos de amplificação sonora e da habilitação ou reabilitação auditiva, mais favoráveis serão os resultados no desenvolvimento auditivo e de linguagem. Em relação à etiologia da perda auditiva em recém-nascidos, analise as afirmativas a seguir.

I. A perda auditiva pode ser de origem genética ou adquirida. No caso das adquiridas, as causas poderiam ser evitadas como infecções ocorridas durante a gestação; meningite; e, uso de medicamentos ototóxicos.
II. Em recém-nascidos e lactentes, a perda auditiva pode ocorrer por causas pré-natais; herança genética; síndromes genéticas; malformações da orelha interna; infecções congênitas pelo vírus da rubéola; citomegalovírus; herpes; toxoplasmose; sífilis; e também pelo uso de substâncias teratogênicas durante a gestação; perinatais; anóxia; prematuridade; peso abaixo de 1.500 gramas; hiperbilirrubinemia; traumatismo craniano; trauma sonoro; ou pós-natais; causas metabólicas como hipotireoidismo e diabetes; infecções virais como rubéola; varicela-zoster; influenza; caxumba; citomegalovírus; dentre outros; labirintite e meningite bacteriana; encefalite; e, otite média crônica. Há outras causas menos frequentes, como doenças autoimunes; acidose tubular renal; neoplasias; trauma craniano; trauma acústico; e, utilização de drogas ototóxicas aminoglicosídeos; diuréticos de alça; cisplatina; dentre outras.
III. A prematuridade é um indicador de risco que, geralmente, aparece associado ao baixo peso ao nascimento, tornando-se difícil separar completamente os dois fatores. Em geral, os prematuros apresentam baixo peso somado a várias outras intercorrências que podem resultar em perda auditiva.

Está correto o que se afirma em