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Ana,27 anos, procura a UBS relatando crises de cefaleia há cerca de 5 anos. Descreve dor latejante, unilateral, com intensidade moderada a grave, acompanhada de fotofobia e fonofobia. As crises duram de 6 a 12 horas e ocorrem, em média,3 vezes ao mês, prejudicando suas atividades diárias. Refere que analgésicos comuns (dipirona ou paracetamol) nem sempre resolvem. Ela não possui outras comorbidades e está interessada em reduzir a frequência das crises. Considerando o manejo da enxaqueca na atenção primária, qual a melhor conduta para controlar as crises agudas e reduzir a recorrência dos episódios, de acordo com as diretrizes mais recentes?
Mulher de 45 anos relata que acordou ontem com uma vertigem rotatória (sensação de que o ambiente girava) de início súbito e muito forte, que se mantém contínua desde então. O sintoma piora drasticamente com qualquer movimento da cabeça, forçando-a a permanecer deitada e imóvel. O quadro veio acompanhado de náuseas intensas, vômitos e um desequilíbrio acentuado, sendo incapaz de andar sem ajuda. Nega perda de audição, zumbido, dor de cabeça, febre ou qualquer outro sintoma neurológico. Refere um episódio de resfriado há duas semanas. Ao exame físico: prefere manter os olhos fechados, mas há nistagmo espontâneo horizontal batendo para a direita; teste de Romberg positivo (queda para a esquerda); marcha impossível de ser realizada sem apoio; pares cranianos, força e sensibilidade normais; otoscopia sem alteração.

Considerando a principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar:
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Mulher de 36 anos com obesidade apresenta três a quatro episódios ao mês de dor de cabeça intensa e debilitante nos últimos dois anos. A cefaleia dura de um a dois dias. O episódio álgico costuma ocorrer na têmpora direita, na região frontal direita e atrás do olho direito, embora às vezes, ela se localize em região bifrontal. Frequentemente, há rinorreia e congestão associadas às dores de cabeça. Ela nega qualquer aura ou características neurológicas. A dor é geralmente profunda, mas latejante quando intensa. Algumas vezes, relata presença de náuseas, mas sem vômitos e diz que precisa usar óculos escuros e ir para uma sala silenciosa porque “não consegue funcionar”.

Em relação à competência baseada em sinais e sintomas, na paciente descrita, o diagnóstico mais provável é:
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Sobre epilepsias e convulsões, analise as afirmativas a seguir:


I. No Grande Mal ou convulsões tônico‑clônicas, ocorre perda de consciência e rigidez muscular seguida de movimentos involuntários.


II. Ausência ou Pequeno Mal caracteriza‑se por breve alteração da consciência.


III. Nas convulsões focais, ocorre envolvimento apenas de uma parte restrita do cérebro.

Estão corretas as afirmativas

Após reversão da PCR, a presença de alguns sinais está relacionada ao prognóstico a seguir:

I. Reflexos oculares ausentes após 24 horas do evento.

II. Decerebração ou ausência de resposta motora à dor (Glasgow motor < 2).

III. Padrão de sofrimento cortical difuso grave por mais de 24‑72 horas após o evento.

IV. ETCO2 abaixo de 10 mmHg.

Após 24 a 72 horas do evento, estão correlacionados a um pior prognóstico neurológico os itens

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