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Utilize o quadro clínico a seguir para responder a questão.

Uma mulher de 66 anos foi levada ao psiquiatra pela família, pois ela está apresentando comportamentos agressivos com seu marido e com familiares em geral. Ela diz que o marido e as empregadas da casa a maltratam e não a deixam comer. O marido relata que ela se alimenta, mas esquece que comeu, e que ninguém a maltrata. A filha relata que, há alguns anos, vem notando a mãe mais esquecida e atrapalhada. Notou que esses sintomas estão se agravando de forma progressiva e lenta. Atualmente, ela esquece os fatos recentes e tem dificuldade em nomear objetos. Às vezes, faz falsos reconhecimentos e confunde os nomes das pessoas. Ela era excelente cozinheira, mas não tem conseguido executar receitas, nem as mais simples. No exame psíquico, apresenta alterações em memória recente, sem polarização do humor. Apesar de estar diferente, não apresenta desinibição comportamental e nem comportamentos estereotipados. Sem alterações ao exame neurológico motor. Exame de neuroimagem demonstrou alargamento de sulcos cerebrais de forma generalizada.

A hipótese diagnóstica para esse quadro é
A taxa de prevalência de demência é de
Marque V para verdadeiro e F para falso com relação às cefaléias e, em seguida, marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Apenas 1% das cefaléias é ocasionada por doenças graves que necessitam de atendimento imediato.

( ) A migrânea é mais frequentes em homens do que em mulheres numa proporção de 3:1 e iniciam entre a segunda e terceira década de vida.

( ) O eletroencefalograma está indicado na investigação de rotina das cefaléias crônicas recorrentes.

( ) Nos pacientes que apresentam mais de quatro crises de enxaqueca ao mês está indicado uso de medicação proflática. A amitriptilina, o propranolol e o ácido valpróico são alternativas.
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Na situação clínica apresentada, indica-se a redução imediata da pressão arterial para níveis inferiores a 130 mmHg × 80 mmHg com nifedipina na dose de 10 mg por via sublingual.

Mulher branca, 35 anos, chegou à Emergência devido a quadro de náuseas e vômitos precedido por cefaleia inicialmente suportável, mas que tornou-se intensa, pulsátil, hemicraniana e associada a fotofobia. Relata episódios semelhantes mas esporádicos, desde os 18 anos, cuja frequência aumentou tanto nos últimos meses que está comprometendo sua vida familiar, profissional e social. Atribuiu o aumento a uma fase de maior tensão pela qual tem passado, mas confessa que teme por ter um tumor no cérebro. Esses sintomas são clássicos de: