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Mulher de 56 anos apresenta quadro recente de dor de cabeça intensa, distúrbios visuais e diplopia. O histórico é relevante apenas para hipertensão arterial. Nesse momento, ela está com pressão arterial de 82 x 52 mmHg; frequência cardíaca de 72 bpm; hemianopsia bitemporal; ptose parcial do lado direito; e movimentos limitados do olho direito; não há alteração da força motora globalmente. Considerando a principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar:
Homem de 45 anos, previamente saudável, apresenta quadro de cefaleia com evolução de 2 semanas. A tomografia de crânio mostrou hidrocefalia comunicante, sem lesões agudas parenquimatosas. O tratamento com fármacos antituberculose é iniciado devido à análise do líquor que mostra proteinorraquia elevada, aumento de leucócitos com predomínio linfocitário, adenosina deaminase aumentada e negativo para outros patógenos meníngeos. O teste para HIV é positivo. Posteriormente, o paciente evolui com desvio do olhar conjugado para a direita e discreta hemiparesia do lado esquerdo. Uma nova tomografia é solicitada. Nesse momento, a próxima conduta mais apropriada é
Mulher de 69 anos com histórico de hipertensão, hiperlipidemia e doença arterial coronariana está internada há 2 dias após ficar inconsciente repentinamente em casa. Ela recebeu ressuscitação cardiopulmonar (RCP) pela família por 10 minutos, antes da chegada do pré-hospitalar, que encontrou a paciente com fibrilação ventricular, sendo desfibrilada três vezes, com retorno da circulação espontânea após 15 min de RCP. Na UTI, foi realizada redução de temperatura (hipotermia controlada) e agora está sendo reaquecida a 36 ºC; sua temperatura atual é de 35,5 ºC. A tomografia mostra perda difusa da diferenciação entre substância cinza e branca. Exame físico: pupilas reativas, mas sem outros reflexos do tronco encefálico e sem respostas motoras a estímulos dolorosos. Os medicamentos incluem fentanila e propofol. O eletroencefalograma é consistente com atraso generalizado difuso no padrão de fundo. Sua família está preocupada e pergunta se o paciente vai “acordar”. Em relação ao prognóstico neurológico, constitui a afirmação correta nesse cenário:
Mulher de 34 anos apresenta quadro agudo de cefaleia, náuseas e vômitos. A tomografia de crânio sem contraste é realizada, demonstrando sangue em espaço subaracnóidea espesso e difuso nas cisternas basilares, com extensão bilateralmente para as fissuras de Sylvius. A paciente está neurologicamente intacta. A angiografia convencional é realizada e não revela a presença de lesões vasculares subjacentes. A angiografia por ressonância magnética do encéfalo também não apresenta nada digno de nota. Nessa paciente, o manuseio correto é:
Paciente se encontra comatoso com nível de consciência rebaixado, pupilas médio fixas, respiração central em hiperventilação, postura em descerebração, reflexo fotomotor abolido bilateralmente. Qual o nível anatômico de lesão cerebral esse paciente apresenta?
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