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A teoria da programação metabólica, originada nos estudos de Barker e ampliada por Gluckman & Hanson (2019), reconhece a nutrição intrauterina como moduladora epigenética e determinante de risco cardiometabólico na vida adulta. Analise as assertivas:

I. A restrição proteica durante a gestação associa-se a alterações permanentes na nefrogênese, reduzindo número de néfrons funcionais e predispondo à hipertensão arterial.
II. A suplementação periconcepcional de ácido fólico atua não apenas na prevenção de defeitos do tubo neural, mas também na modulação de padrões de metilação genômica de longo prazo.
III. O excesso de ganho ponderal materno induz alterações epigenéticas em genes relacionados à homeostase glicídica e lipídica, repercutindo em obesidade e resistência insulínica na prole.
IV. A composição do leite materno, modulada pelo estado nutricional e inflamatório da mãe, influencia a expressão de microRNAs e genes envolvidos no metabolismo energético infantil.

Assinale a sequência correta:
A interação entre inflamação sistêmica e modulação epigenética em estados críticos envolve alterações na disponibilidade de substratos metabólicos e no perfil inflamatório, modulando desfechos clínicos. À luz de Calder (2020) e ESPEN (2023), avalie:
A relação entre nutrição e genômica envolve diferentes áreas de estudo que investigam como os nutrientes e os compostos bioativos presentes em alimentos influenciam a expressão gênica e como as variações genéticas individuais modulam a resposta à dieta.

Sobre esses conceitos, assinale a alternativa correta.

A nutricionista de um estabelecimento recebeu uma preparação com peso final de 2.600 g, com valor calórico total de 3.200 kcal, 15% de proteínas e 55% de carboidratos. De acordo com os cálculos feitos pela nutricionista, essa preparação apresenta, aproximadamente, uma quantidade de gorduras de:

O conceito de DOHaD (Developmental Origins of Health and Disease) postula que exposições nutricionais e ambientais durante períodos críticos do desenvolvimento fetal e infantil podem programar o risco de doenças crônicas na vida adulta. Nesse contexto, o mecanismo central para essa programação metabólica envolve