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Durante uma atividade de filosofia, um estudante do 2º ano do ensino médio questiona o conteúdo da aula, dizendo que “pensar demais só atrapalha” e que “é melhor aceitar as coisas como são”. A professora aproveita a colocação para propor um debate sobre o papel da reflexão filosófica na vida cotidiana e na formação cidadã. Após a discussão, os alunos percebem que muitas de suas opiniões vinham sendo reproduzidas sem análise ou questionamento. Com base nessa situação e no papel da filosofia na formação crítica do sujeito, assinale a alternativa correta.
Durante uma oficina interdisciplinar de arte e filosofia no ensino médio, alunos são convidados a criar uma intervenção artística no espaço da escola. Um grupo propõe grafitar muros com frases filosóficas e imagens que provoquem reflexão sobre desigualdade social. Parte da equipe pedagógica, no entanto, questiona a proposta, alegando que “a escola não é lugar para arte provocadora ou subjetiva”. Diante da polêmica, o professor de filosofia decide retomar os fundamentos filosóficos sobre estética e formação. Considerando essa situação e o papel da filosofia na formação estética, é correto afirmar que 
Na obra “Convite à Filosofia” (2022), Marilena Chauí analisa o surgimento da filosofia na Grécia Antiga como um processo decorrente de mudanças socioculturais e políticas significativas, e não como mero desenvolvimento espontâneo da razão. Considerando essa abordagem, assinale a alternativa que apresenta corretamente as condições de possibilidade para o advento do pensamento filosófico.
A Patrística, enquanto período formativo do pensamento cristão, caracteriza-se primordialmente

O fato de que o atual professor de filosofia seja um funcionário do Estado pode definir um papel institucional mais ou menos importante na reprodução do estado de coisas, mas não esgota necessariamente a fertilidade do lugar em que se inscreve. As escolas, ou as instituições educativas em geral, são lugares de encontros entre pessoas, saberes, tradições, pensamentos. Portanto, a dimensão eventual de toda prática educativa, e da filosófica em especial, constitui o suplemento permanente de toda repetição, por mais intensa ou fechada que aparente ser. Todo saber está sempre exposto a ser interpelado e nisso a filosofia joga sua condição de possibilidade.


(Alejandro Cerletti.

O ensino de filosofia como problema filosófico, 2009. Adaptado)



Segundo Cerletti, mesmo como funcionário do Estado, o professor de filosofia pode fazer do ensino uma prática de resistência porque a