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“A viagem iniciou em Cuzco, passando por Quito, de onde partiu com cerca de 220 espanhóis a cavalo e quase 4.000 índios, rumo ao desconhecido, com base em informações sobre as riquezas do chamado Pais de la Canela e do El Dorado. Lá chegando, comprovou que a esperança da riqueza não passava de uma escassa quantidade de pequenas árvores de canela e de algumas montanhas ásperas e inabitáveis. A falta de alimentação para os expedicionários obrigou que um grupo prosseguisse em um bergantim e algumas canoas, à procura de mantimentos. Foi quando começou uma expedição de oito meses em 6.000 km de navegação, por todo o Solimões-Amazonas, atingindo o Atlântico.”
(Adaptado de SANTOS, Francisco Jorge dos. História Geral da Amazônia. Editora MemVavMem,2007, p.36-37)
(Fonte: https://chdetrujillo.com)
O texto e a imagem se referem à expedição de
(Adaptado de SANTOS, Francisco Jorge dos. História Geral da Amazônia. Editora MemVavMem,2007, p.36-37)
(Fonte: https://chdetrujillo.com)
O texto e a imagem se referem à expedição de
Concurso:
Prefeitura de Baliza - GO
Disciplina:
História
No período de transição do feudalismo para o capitalismo, as transformações socioeconômicas que ocorreram na Europa foram acompanhadas por mudanças e reestruturações políticas, destacando-se o surgimento dos Estados Nacionais modernos. Um dos aspectos mais notáveis dessas novas configurações foi a adoção das práticas econômicas mercantilistas, que consistiam:
Na noite de 16 de dezembro de 1773, um grupo de homens disfarçados de índios, autodenominados Filhos da Liberdade, embarcou em três navios e despejou o carregamento de chá no porto de Boston.

Nathaniel Currier. Destruição do chá no porto de Boston,1846
Esse episódio ficou conhecido como a “Festa do chá em Boston” e teve como objetivo principal

Nathaniel Currier. Destruição do chá no porto de Boston,1846
Esse episódio ficou conhecido como a “Festa do chá em Boston” e teve como objetivo principal
“No processo de conquista e colonização da América, os portugueses dependeram fundamentalmente dos povos indígenas. Os diferentes grupos etnolinguísticos aqui encontrados, tais como os Tamoio, Tupiniquim, Aimoré, e Goitacaz, entre outros, foram todos chamados índios pelos europeus. Na condição de aliados ou inimigos, eles desempenharam importantes e variados papéis na nova colônia que, então, se construía”.
Maria Regina Celestino de Almeida, “Povos Indígenas no Brasil”, in http://bndigital.bn.gov.br
A respeito das relações entre europeus e indígenas, durante o período de colonização da América Portuguesa, assinale a afirmativa correta.
Maria Regina Celestino de Almeida, “Povos Indígenas no Brasil”, in http://bndigital.bn.gov.br
A respeito das relações entre europeus e indígenas, durante o período de colonização da América Portuguesa, assinale a afirmativa correta.
Considere o seguinte trecho de uma carta enviada pelo rei do Congo ao rei de Portugal em 1526:
Os comerciantes estão sequestrando o nosso povo dia após dia – filhos deste país, filhos de nossos nobres e vassalos, mesmo as pessoas de nossa própria família [...]. Essa corrupção e depravação estão tão generalizadas que a nossa terra é inteiramente despovoada. [...] Precisamos neste reino só de sacerdotes e professores, e nenhuma mercadoria, a menos que seja vinho e farinha para o santo sacramento [...]. É nosso desejo que este reino não seja um lugar para o comércio ou transporte de escravos.
(MEREDITH, Martin. O Destino da África: cinco mil anos de riquezas, ganância e desafios. Tradução Marlene Suano. Rio de Janeiro: Zahar,2017, p.122.)
Com base no texto acima e nos conhecimentos acerca dos contatos entre sociedades africanas e europeias no início da Idade Moderna, é correto afirmar que:
Os comerciantes estão sequestrando o nosso povo dia após dia – filhos deste país, filhos de nossos nobres e vassalos, mesmo as pessoas de nossa própria família [...]. Essa corrupção e depravação estão tão generalizadas que a nossa terra é inteiramente despovoada. [...] Precisamos neste reino só de sacerdotes e professores, e nenhuma mercadoria, a menos que seja vinho e farinha para o santo sacramento [...]. É nosso desejo que este reino não seja um lugar para o comércio ou transporte de escravos.
(MEREDITH, Martin. O Destino da África: cinco mil anos de riquezas, ganância e desafios. Tradução Marlene Suano. Rio de Janeiro: Zahar,2017, p.122.)
Com base no texto acima e nos conhecimentos acerca dos contatos entre sociedades africanas e europeias no início da Idade Moderna, é correto afirmar que: