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Homem de 67 anos apresenta recorrência pélvica isolada, após três anos do tratamento curativo do adenocarcinoma do reto. A investigação por tomografia e ressonância magnética não evidencia metástases à distância. A estratégia que oferece maior possibilidade de controle prolongado da doença é a  
Paciente de 64 anos, com bom desempenho funcional, foi incluído em protocolo de vigilância não operatória após resposta clínica completa. Oito meses depois, durante retossigmoidoscopia de rotina, observa-se pequena lesão vegetante no local da cicatriz, confirmada por biópsia como adenocarcinoma. A ressonância magnética não evidencia metástases ou invasão de órgãos adjacentes. A conduta mais adequada é 
Mário, 61 anos, apresenta adenocarcinoma do reto distal (cT3N1), localizado a 4cm da borda anal. Após terapia neoadjuvante, o exame digital evidencia ausência de lesão palpável, a retossigmoidoscopia mostra cicatriz esbranquiçada plana sem ulceração, e a ressonância magnética demonstra regressão completa do tumor, sem linfonodos suspeitos. Assinale a afirmativa correta a respeito da conduta mais apropriada. 
Homem de 57 anos apresenta adenocarcinoma do reto médio tratado com quimiorradioterapia seguida de ressecção anterior baixa com excisão total do mesorreto. O anatomopatológico demonstra ypT2N1, margem distal livre e margem circunferencial de ressecção de apenas 0,8 mm. A principal implicação prognóstica desse achado reside no fato de que 
Paciente de 60 anos apresenta adenocarcinoma localizado a 2 cm da borda anal. A ressonância demonstra tumor cT2N0, sem invasão do esfíncter externo, do músculo levantador do ânus ou da fáscia mesorretal. Após discussão multidisciplinar, considera-se a possibilidade de preservação esfincteriana. O principal fator que determina essa possibilidade é