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Uma mulher de 67 anos, portadora de adenocarcinoma pulmonar metastático, apresenta dispneia progressiva associada a derrame pleural direito recidivante. Foi submetida inicialmente a toracocentese de alívio, com retirada de 1.500 mL de líquido citologicamente positivo para malignidade. Devido à recorrência precoce do derrame, foi realizada drenagem pleural tubular para programação de pleurodese.
A radiografia de tórax após a drenagem demonstra persistência de pneumotórax ex vacuo e reexpansão incompleta do pulmão, apesar da adequada drenagem da cavidade pleural. Após controle dos sintomas, a equipe assistente passa a discutir a melhor estratégia para prevenção da recorrência do derrame pleural.

Nesse contexto, o principal fator associado ao insucesso da pleurodese química é
Um homem de 46 anos procura atendimento por dor localizada na parede torácica anterior direita há oito meses, de caráter progressivo e predominante no período noturno. Ao exame físico observa-se massa endurecida, fixa ao gradil costal, medindo aproximadamente 6 cm de diâmetro, dolorosa à palpação. A tomografia computadorizada evidencia lesão expansiva envolvendo o arco anterior da sexta costela, com destruição cortical, calcificações em anéis na matriz tumoral e extensão para os tecidos moles adjacentes, sem sinais de invasão pulmonar; sem evidencia de doença à distância. A biópsia por agulha grossa revelou neoplasia cartilaginosa de baixo grau. Na discussão multidisciplinar, concluiu-se tratar-se de um tumor primário da parede torácica.

Nesse contexto, a conduta mais adequada consiste em 
Um homem de 63 anos apresenta carcinoma pulmonar de não pequenas células no lobo superior esquerdo (cT2N2), tratado com quimiorradioterapia neoadjuvante. O reestadiamento demonstra resposta parcial, sendo considerada ressecção pulmonar com intenção curativa. O paciente apresenta bom desempenho funcional. A espirometria evidencia VEF1 de 2,05 L (72% do previsto) e a capacidade de difusão do monóxido de carbono (DLCO) corresponde a 46% do previsto.

Nesse contexto, a avaliação funcional pré-operatória mais adequada para estimar o risco cirúrgico consiste em reconhecer que 
Paciente de 40 anos, fumante, apresenta hemoptise, dor torácica e perda de peso. A TC de tórax mostra uma massa no lobo superior direito invadindo a parede torácica e um derrame pleural ipsilateral. A toracocentese mostra líquido exsudativo com células malignas compatíveis com adenocarcinoma de pulmão.

O estadiamento clínico (TNM) do derrame pleural maligno, nesse contexto, é
Paciente de 60 anos, com câncer de pulmão, apresenta um derrame pleural maligno à direita. Após tentativa de pleurodese química (talco) com falha, o paciente permanece sintomático (dispneia recorrente) e o pulmão não expande completamente (pulmão encarcerado/presumível).

A intervenção mais indicada para o alívio dos sintomas a longo prazo é