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Você examina uma paciente de 42 anos, encaminhada ao ambulatório de Cirurgia Geral, que apresenta um nódulo cervical anterior em crescimento há 6 meses. Nesse período, não tem rouquidão, disfagia, dispneia ou história familiar de doença de tireoide.
Ao exame físico, palpa-se nódulo único, endurecido, móvel à deglutição, de aproximadamente 2,8 cm no lobo direito da tireoide, sem linfadenomegalias cervicais. Os exames de TSH, T3 e T4 livres estão normais. Uma ultrassonografia da tireoide demonstra nódulo sólido, hipoecoico, margens irregulares, microcalcificações e vascularização central, classificado como TIRADS 5. A punção aspirativa por agulha fina foi realizada e o laudo citopatológico é Bethesda V.
Considerando o quadro clínico, os achados de imagem e o resultado citológico, a conduta mais adequada é 
Paciente de 62 anos, com diagnóstico prévio de anemia perniciosa e gastrite atrófica autoimune, é submetido a endoscopia de vigilância que revela múltiplos pequenos pólipos (menores que 1 cm) no fundo gástrico. A biópsia confirma tumor neuroendócrino (NET) gástrico, e os níveis séricos de gastrina estão elevados, com acloridria associada — achados compatíveis com NET gástrico Tipo I.
A conduta terapêutica mais apropriada para esse paciente é 
Paciente de 65 anos é submetido a gastrectomia subtotal com linfadenectomia por adenocarcinoma gástrico localmente avançado (T3N1). A peça cirúrgica é enviada para análise histopatológica, que confirma ausência de tumor residual macro ou microscópico nas margens cirúrgicas.
De acordo com a classificação de status de ressecção (R) descrita por Hermanek, esse resultado corresponde à seguinte categoria e implicação prognóstica:
Paciente de 64 anos é avaliado por perda ponderal progressiva, saciedade precoce e dor epigástrica constante, não aliviada pela alimentação, há 3 meses. Ao exame físico, o cirurgião palpa um linfonodo supraclavicular esquerdo endurecido e não doloroso, além de um nódulo periumbilical firme à palpação.
Esses dois achados de exame físico, clássicos de doença avançada no câncer gástrico, correspondem, respectivamente, aos linfonodos 
Paciente de 58 anos com adenocarcinoma de esôfago distal é estadiado como T3N1M0 (estádio III) após EUS, PET/CT e biópsia. Não há evidência de doença metastática a distância. O tumor é considerado localmente avançado, porém potencialmente ressecável.
A estratégia terapêutica de escolha para esse paciente é